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	<title>Fanny in Box &#187; Bandas</title>
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	<description>Opiniões, música, filmes, livros e um pouco de mau-humor.</description>
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		<title>Ter Uma Banda Significa Trabalho</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 21:28:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fanny Webber</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bandas]]></category>
		<category><![CDATA[Musica]]></category>
		<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[Como ter uma banda]]></category>
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Me inspirei para escrever quando li esse post no blog &#8220;Era o Que Tinha&#8230;&#8221; do @Marcel_ezc, eu ia comentar, mas quando vi o comentário estava tão grande que tive que transpor para cá.
O título da postagem é &#8220;Jabá e a Falsa Liberdade&#8220;. Nele ele fala sobre sua condição de música, comenta sobre jabá e sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p>Me inspirei para escrever quando li esse post no blog &#8220;<a href="http://eraoquetinha.wordpress.com">Era o Que Tinha&#8230;</a>&#8221; do <a href="http://twitter.com/marcel_ezc">@Marcel_ezc</a>, eu ia comentar, mas quando vi o comentário estava tão grande que tive que transpor para cá.</p>
<p>O título da postagem é &#8220;<a href="http://eraoquetinha.wordpress.com/2010/04/29/jaba-e-a-falsa-liberdade/">Jabá e a Falsa Liberdade</a>&#8220;. Nele ele fala sobre sua condição de música, comenta sobre jabá e sua história e a desilusão que ele teve com a internet. Você pode ler lá, comenta lá, depois lê aqui e comenta aqui.</p>
<p>A questão é que eu entendo o ponto de vista dele, mas não concordo e vou citar os principais pontos.</p>
<blockquote><p>&#8220;<em>Antigamente (dizem, eu não lembro disso), as rádios tocavam os artistas sem problema algum. Bastava uma fita-demo. Gravada em estúdios de qualidade duvidosa, em K7 mesmo.</em>&#8220;</p></blockquote>
<p>Primeiro que essa época em que as rádios tocavam qualquer coisa suspeito que nunca existiu, mesmo que tenha existido o para se gravar o  &#8221;qualquer coisa&#8221; era muito mais difícil que atualmente, imagina com qualidade. O que acontecia era os chamados programas de calouros nas rádios, o músico e o violão na frente de um microfone na frente de uma platéia que ia assistir o programa no estúdio da rádio, sim era assim mesmo, tinha platéia nesses programas. Então reforço, era qualquer um que chegava lá e tocava uma vez, mas se fosse ruim &#8211; no ponto de vista da rádio e da platéia presente &#8211; nunca mais voltava para ser um músico sério.  Geralmente o que vingava era MPB, tradicionalista e sertanejo. Depende do lugar do Brasil.</p>
<p><a href="http://www.faneinbox.com/wp-content/uploads/2010/04/Jazz-7-CHET-BAKER-_amp_-BUD-SHANK-HR-_.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-703" title="Jazz 7 CHET BAKER _amp_ BUD SHANK HR _" src="http://www.faneinbox.com/wp-content/uploads/2010/04/Jazz-7-CHET-BAKER-_amp_-BUD-SHANK-HR-_-300x215.jpg" alt="" width="300" height="215" /></a></p>
<blockquote><p><em>&#8220;Passado um pouco do tempo, a arte não bastava. Era preciso um bom networking. Conhecer o cara da gravadora, da rádio, da casa noturna, da puta que pariu. Poucos artistas tinham isso, então criou-se a cultura de que a exposição na mídia era para “poucos eleitos”.&#8221;</em></p></blockquote>
<p>Não sei direito de que época estamos falando, isso é um conto praticamente&#8230; Mas isso também sempre existiu. E quem não tinha isso era verdadeiramente bom e unânime, praticamente um sucesso pronto&#8230; um pote d&#8217;ouro. Exposição em massa sempre foi para poucos eleitos ou ao menos para quem aparece. Não é o certo, mas é um modo de filtrar um mundo de aspirantes a músico. Claro que para se destacar ser conhecido é necessário, faz parte da política inconsciente humana, tu vai dar mais vantagem para quem tu conhece do que para um cara que tu nunca viu na vida. Agora se &#8220;poucos eleitos&#8221; for nível social, perceba que só agora é mais fácil de se ter uma gravação, os contatos em épocas atrás &#8211; sem internet e com pouco uso de computadores &#8211; era muito mais necessários ainda, para o músico da camada social baixa, restava era fazer uma música que ele consiga reproduzir ao vivo e que possa fazer em praticamente qualquer lugar. Por isso que Sertanejo, Samba, Pagode&#8230; etc tem apelo popular mais forte, por justamente estar mais perto dos ouvintes.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Mais um tempo e veio o Jabá.</em></p>
<p><em>Um </em><strong><em>câncer </em></strong><em>que permanece até os dias atuais.</em></p>
<p><em>Formar uma banda, hoje, é sinônimo de prejuízo. Se eu decidir, agora, na frente do computador, formar uma banda, já saio pagando. Ligar para pessoas, marcar ensaio, pagar estúdio só pro começo do início. Ensaiar (pagando) até ficar bom e gravar uma faixa em um estúdio razoável é o mínimo do mínimo. Ter um site oficial e um myspace farão com que você chegue ao status de agulha no palheiro. Existem mais de </em><strong><em>UM MILHÃO</em></strong><em> de bandas no Myspace.com&#8221;</em></p></blockquote>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_704" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.faneinbox.com/wp-content/uploads/2010/04/3394660.jpg"><img class="size-medium wp-image-704" title="3394660" src="http://www.faneinbox.com/wp-content/uploads/2010/04/3394660-300x200.jpg" alt="Ensaio Banda Spasmus foto por: Fernanda Freitas" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Ensaio banda Sparmus. Foto:: Fernanda Freitas (http://br.olhares.com/fefreitas)</p></div>
<p>Concordo que uma banda começa gastando, concordo absolutamente, mas isso também sempre foi assim. De alguma forma sempre se pagou, antes muito mais com tempo, hoje muito com uma soma dos dois. Antigamente quem não começava pagando com dinheiro,  geralmente por causa de um agente, já tinha pago em formação musical. Isso muito antes dos anos 80 e quando as gravadoras tinham um casting enorme de músicos eruditos para acompanhar seus interpretes, mas ser músico era bacana, tu fazia um arranjo para Nara Leão, um solo de flauta para o Toquinho&#8230; ganhava aquele salário fixo da gravadora (duvido que tenha parte no lucro pela contribuição) e ia para casa feliz.</p>
<blockquote><p><em>No entanto, infelizmente, uma banda é um produto. E para esse produto ter visibilidade é necessário algo que está para a música assim como a propaganda está para o comércio: divulgação.</em></p>
<p><em>Então o garoto em começo de carreira pensa: as rádios! claro! elas tocam música! Se a música for realmente boa eles tocarão!</em></p>
<p><em>Não.</em></p>
<p><em>Desculpe decepcionar, mas não.</em></p>
<p><em>O Jabá já está institucionalizado. E jabá não é só dinheiro. É produto, é computador, é promoção, é 30 shows de graça. Isso, depois de você ter pago outros jabás, o do produtor e o do divulgador.</em></p></blockquote>
<p>O Jabá sempre existiu, o networking sempre existiu. Vou dizer mais, é necessário ter um dos dois. Eu não sei dizer da onde que se tira a idéia que um grupo de pessoas (pense em grupo, não em induvidualismo) tem capacidade para escolher 10 artistas para ouvir, é briga na certa e o resultado não seria muito diferente do que se tem por ai hoje.</p>
<p><strong>Não existe um único culpado, existem vários. </strong></p>
<p>Vou alertar, a culpa é das rádios, do jabá e de todo o resto, mas a culpa é do <strong>público</strong> também&#8230; Tua, leitor, também. Tua que não vai no show daquele artista menor que adora. Tua que não liga para tua rádio pedindo a música. Que só usa camiseta de banda gringa. Tua que acha que tudo que é feito no Brasil é um saco. Tua que não gosta de música em português. enfim, tua que teve o modo de pensar desviado apenas para uma padrão de sonho americano.</p>
<div id="attachment_705" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.faneinbox.com/wp-content/uploads/2010/04/publico3.jpg"><img class="size-medium wp-image-705" title="publico3" src="http://www.faneinbox.com/wp-content/uploads/2010/04/publico3-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Eu vós declaro, culpados&quot;</p></div>
<p>Não vamos esquecer a culpa dos músicos, que encaram o trabalho de ser músico de forma leviana, que acha que não precisa ser encarada com compromisso e com trabalho e que acha que o sucesso chegara por conta apenas da música.</p>
<p><strong>ERIC CLAPTON</strong> provou para nós que não é possível e que um nome pode influenciar tudo. Você sabia que Layla quase não foi descoberta pelo mundo? Sabe porque? Porque o já conhecido Eric Clapton formou um conjunto chamado <strong>Derek and the Dominos</strong> e não se citou como integrante, tudo porque ele queria que a música falasse mais alto que a fama dele, que ela falasse por si própria, mas aconteceu que ninguém ia aos shows e os poucos que foram só lá pelas tanta se tocaram &#8220;<em>PQP, é o Eric Clapton! TONY, liga para aquele cara da rádio e diz isso!</em>&#8220;. Não sei vocês, mas não consigo imaginar minha vida sem Layla e o solo de piano final.</p>
<p>Isso prova que a música não fala por si só, existe realmente um trabalho em torno dela e isso NÃO É RUIM, é extremamente necessário. Música É um produto, deve se encarar isso principalmente se quer ganhar dinheiro com ela. NÃO SEJA INGÊNUO. Se você não quer fazer isso, tenha dinheiro para pagar alguém para fazer isso, se não tem dinheiro e não quer trabalhar devo dizer para desistir de sonhar tão alto.</p>
<blockquote><p><em>O avanço tecnológico trouxe a comunicação livre na Internet, trouxe Orkut, Facebook, Twitter, Blog, Site, Spam, MSN, Myspace, Purevolume, Tramavirtual, PalcoMp3, Fotolog e uma pá de coisa que as bandas não tem saco pra atualizar. Trouxe também para a realidade o sonho de gravar em casa. É possível com um bom computador obter boa qualidade de gravação. E a livre concorrência derrubou o preço de uma guitarra fuleira para R$299,00.</em></p>
<p><em>Resumindo: ter uma banda ficou tão fácil quanto fazer um miojo.</em></p></blockquote>
<p>No mundo moderno quase tudo é mais simplificado, lógico que a música não escapou disso. A seguinte frase perturba &#8220;<em>Não tem saco para atualizar</em>&#8220;, isso é negação de trabalho e preguiça. Se não consegue atualizar tudo, diminua o número de locais que a sua banda se encontra e use o foco. Não adianta estar em todos os lugares ao mesmo tempo se em nenhum esta você de verdade.</p>
<blockquote><p><em>Ok, existem rádios onde o jabá não existe. E é a elas  que os músicos que querem alguma divulgação de forma limpa e honesta se apegam. Esses veículos merecem todo o nosso respeito, porém, infelizmente, são poucos</em>.</p></blockquote>
<p>No geral tudo rádio web que tem poucos ouvintes, logo pouco investimento e por isso são poucos os loucos que fazem algo no amor, vou dizer que esses loucos merecem muito respeito mesmo, porque se tem banda que não quer fazer coisa &#8220;<em>no amor</em>&#8221; porque eles fazem? Garanto que se eles cobrassem algo das bandas, mais como apoio esse &#8220;jabá&#8221; seria repudiado.</p>
<blockquote><p><em>A Internet é para todos, mas tem um alcance muito pequeno quando não se tem um exército de meninas entre 11 e 16 anos votando o dia inteiro.</em></p>
<p><em>A Internet é democrática, mas o download livre não paga as contas de artista nenhum.</em></p></blockquote>
<p>Realmente a internet não paga as contas de todo mundo, mas existe aqueles que sabem tirar proveito melhor dela do que outros. <em>Usar um exército de meninas entre 11 e 16 anos</em> é um método, mas não significa muita coisa se tua música foi abaixo do aceitável. Quando se abre uma empresa  &#8211; o que uma banda é (quando se tem vontade de ganhar dinheiro, repito) &#8211; deve ter dedicação, divulgação e trabalho, deve-se procurar um público alvo que se indentifique. Essas bandas que usam o público adolescente fizeram isso com maestria e a notoriedade veio ao nosso conhecimento por causa que a faixa etária jovem é a consumidora, portanto a juventude-adolecência é a que ta sempre em evidência.</p>
<p>Se teu público for mais velho, é necessário ir ate ele de outro modo, não apenas com a internet e  essa pesquisa é trabalho de alguém, não é? Quem é o mais interessado na banda além de o próprio fundador? Se é esperado ter alguém para fazer isso, é bom revisar teus conceitos de custos agora mesmo.</p>
<p>A internet ta ai, é fácil colocar coisa no ar, mas é necessário ter alguma coisa para por no ar. Criar conteúdo. Não adianta só a música, é necessario criar um laço quase afetivo com o ouvinte. Olha que estou partindo do ponto de vista que todo mundo pode achar tua música boa, o que não vai acontecer, porque gosto &#8211; já dizia o ditado &#8211; é igual a bunda e por isso que tem que se achar o público, se a pesquisa de público foi feita e tu não achou, refaça ou desista.</p>
<p>Pior coisa que tem no mundo é ficar reclamando sentado. Até eu posso fazer isso com o blog, por exemplo.</p>
<p><em>&#8220;Não teve atualização porque não tenho 500 visitantes diários&#8221;,</em> e a internet ao natural me responder silênciosamente, &#8220;<em>não teve 500 visitantes diários porque tu nem tentou manter isso atualizado.&#8221; <span style="font-style: normal;">É essa a mecânica do jogo, não adianta.</span><span style="font-style: normal;"> </span></em></p>
<p>A vida é difícil, dura e complicada. Não adanta reclamar, tem de trabalhar ou tocar por diversão, vou dizer que se tu não tem talento para tudo que foi apontado acima, toque por diversão&#8230; mas toque! Faça shows quase de graça, toque em todas as oportunidades que os parentes te derem&#8230; Toque! Nisso um dia pode acontecer de aparecer um público e esse público querer algo para escutar no carro e tu gravar algo de bobeira e tu ser o rock-star no bairro, que tal? Melhor que nada, né?</p>
<p>Pode também acontecer de tu ser descoberto e o mundo gostar de ti e tu ficar mega famoso. Ué já aconteceu, não é?</p>
<p>Pense como uma regra e não com uma excessão. O que destrói quase todas as bandas não é a falta de notoriedade do mercado fonográfico e sim o <strong>EGO</strong> e a falta de <strong>TRABALHO</strong>.</p>
<blockquote><p><em>Na Internet todos tem chancer iguais. Mas apenas de ir até a esquina.</em></p>
<p><em>Para ir adiante, ainda é necessário saber como a máquina funciona e colocar um “azeitezinho” nela.</em></p>
<p><strong><em>Sad But True.</em></strong></p>
<p><em>Seria melhor se estivéssemos falando apenas de carne-seca.</em></p></blockquote>
<p>Estamos em um prisão, de um certo ponto de vista sim. Mas ela sempre esteve ai, nem imagino como seria o mundo sem ela e acho que ela sempre existirá de um jeito ou de outro.</p>
<p>Acho que fui claro no meu ponto de vista.</p>
<p><strong>Me siga no twitter caso queira:</strong> <strong><a href="http://www.twitter.com/faneinbox">@faneinbox</a></strong></p>
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		<title>Os Milagrosos Festivais de Bandas (not)</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 05:43:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fanny Webber</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bandas]]></category>
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Todo mundo deveria nascer com um dispositivo de desconfiança, é incrivel a quantidade de gente que tenta tirar proveito das mais diversas sistuações. Não é por falta de aviso que caimos nessas, aquele tapa na bunda ao nascer é muito mais do que para o recém-nascido chorar e sim para ele saber que a vida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p>Todo mundo deveria nascer com um dispositivo de desconfiança, é incrivel a quantidade de gente que tenta tirar proveito das mais diversas sistuações. Não é por falta de aviso que caimos nessas, aquele tapa na bunda ao nascer é muito mais do que para o recém-nascido chorar e sim para ele saber que a vida não é justa.</p>
<p>Em qualquer segmento temos os maus-elementos, no ramo músical eles gostam de se chamarem de &#8220;produtores&#8221;, mas na verdade usam da inocência e esperança de adolecentes para ganhar dinheiro. </p>
<p> </p>
<div id="attachment_623" class="wp-caption aligncenter" style="width: 307px"><img class="size-full wp-image-623 " title="Eles fazem vários estilos, mas no fundo só querem o dinheiro." src="http://www.faneinbox.com/wp-content/uploads/2009/05/rgb2.jpg" alt="Eles fazem vários estilos, mas no fundo só querem o dinheiro." width="297" height="397" /><p class="wp-caption-text">Eles fazem vários estilos, mas no fundo só querem o dinheiro.</p></div>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Eu mesmo já cai nessa, <strong>duas vezes.</strong></p>
<p>Minha primeira banda, <em>Manicômio 205</em>, foi uma das &#8220;vitimas&#8221; desses eventos. Eramos 4 caras de 14 à 17 anos, mal sabiamos tocar, portanto não conseguiamos tocar as bandas que mais curtiamos, como <strong>Led Zepellin</strong>, o jeito foi fazer nossas próprias músicas com o pouco de tecnica e muita criatividade, tudo no melhor estilo  &#8221;faça você mesmo&#8221;, o resultado foi um som simples de poucos acordes, com uma pitada de blues. Nossa primeira música era um pseudo-punk falando de mulher, chamada de &#8220;The Barbie Kill&#8221;, o interessante é que a letra era toda em português. Todas as outras músicas pareciam baladas-rápidas devido um periodo de influência de Beatles que eu tive. Além disso tocavamos também uma versão simples de &#8220;<em><a title="Youtube - Bad to the Bone" href="http://www.youtube.com/watch?v=_7VsoxT_FUY">Bad to the Bone</a></em>&#8221; e nossa arma-secreta &#8220;<em><a title="Youtube - Cachorro Louco" href="http://www.youtube.com/watch?v=59N97LCvpuE">Cachorro Louco</a></em>&#8221; da banda gaúcha , como nós, TNT.</p>
<p>Explico isso para vocês entenderem o contexto de como as bandas novas deixavam se enganar. No caso da minha ex-banda, seis meses de ensaios completos, muita vontade de mostrar o som em algo que eu chamei de &#8220;teste de palco&#8221; na época. Era um primeiro show, muitas outras bandas &#8211; ou microbandas &#8211; faziam shows em lugares especificos com mais um monte de outras, procurando por isso que fiquei sabendo de um cara que alugava os espaços  e fazia enormes festivais, para um insentivo extra: Premiação para a melhor banda. Transformando o que era para ser música em competição. Entre os prêmio que mais me lembro de ouvir falar, estavam: Gravação de música, camisetas personalizadas da banda, bateria e alguma outra coisa nesse sentido. </p>
<p>Como disse, o que era para ser um festival virava uma guerra sonora em alguma lugar não preparado para o tipo de evento. O minimo era 10 bandas na noite, shows curtos de menos de 30 minutos. 4 ou 5 músicas no máximo. Cada banda tinha um numero de ingressos para vender, algo como 20, nesse que participei era 20 à 10 reais cada um. Um dinherão para a época.</p>
<p>Eu não percebi, ate segundo festival desses que participei, que geralmente dá algum problema ao longo da noite. Aparelhagem de som, organização da ordem das bandas, não ter vendido todos os ingressos, são apenas os mais comuns do que ocorriam. Fora que com dez bandas tocando em uma noite, sempre tinha bandas tocando até as seis horas da manhã, para quase ninguém. A gota d&#8217;água para mim foi quando um organizador abandonou o festival durante a metade e deixou apenas o cara da mesa de som cuidando tudo, o festival tinha prêmiações e para mim ficou claro que eles ja tinham um ganhador. Depois disso que percebi que nunca tinha visto o julgamento das bandas e desisti de festivais de uma vez por todas. </p>
<p> </p>
<div id="attachment_625" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-625 " title="&quot;Muito obrigado a todos que vieram. Valeu mãe e pai!&quot;" src="http://www.faneinbox.com/wp-content/uploads/2009/05/show.jpg" alt="&quot;Muito obrigado a todos que vieram. Valeu mãe e pai!&quot;" width="480" height="360" /><p class="wp-caption-text">&quot;Muito obrigado a todos que vieram. Valeu mãe e pai!&quot;</p></div>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Ok, no meio dessa trambicagem teve uns festivais um pouco melhores, com a idéia de apenas mostrar o que poderia ser os novos talentos da cidade. Mas é apenas o típico lobo em pele de cordeiro, no final tinha que vender ingresso e isso poderia significar prejuízo para a banda. Outra coisa digna de amadorismo era a falta de passagem de som,  se eram muitas bandas, a passagem de som deveria ser obrigatoria e não o show terrivel.  </p>
<p>No fim das contas, qualquer festival que a banda tenha que vender ingressos e que a passagem de som seja ignorada é roubada. A verdade é que as bandas deveria cobrar caso o um nível de qualidade fosse atingido, mas isso não é para qualquer banda.</p>
<p>No começo é normal fazer uns shows de graça, ou por cerveja, como muitos dizem. Mas logo que a banda começa a crescer e a ter fãs, já deve pensar e planejar retorno e um investimento. Mas isso já é um assunto para outro post.</p>
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		<title>A Hora de Compor</title>
		<link>http://www.faneinbox.com/2008/09/a-hora-de-compor/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 02:47:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fanny Webber</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bandas]]></category>
		<category><![CDATA[Musica]]></category>
		<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[composição]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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Já dizia o ditado popular: Depois da tempestade vem a bonanza.
O pessoal dos bares mudaram para: Depois da bebedeira vem a ressaca. Pois é de ressaca é que eu recebo uma ligação do baterista da minha banda, &#8220;fiz uma letra, o ritmo é assim: chubachubachuba, saca? faz algo no violão ai&#8220;. Parece estranho, mas é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">Já dizia o ditado popular: Depois da tempestade vem a bonanza.</p>
<p style="text-align: justify;">O pessoal dos bares mudaram para: Depois da bebedeira vem a ressaca. Pois é de ressaca é que eu recebo uma ligação do baterista da <a title="Blog da Bourée" href="http://www.blogdabouree.blogspot.com" target="_blank">minha banda</a>, &#8220;<em>fiz uma letra, o ritmo é assim: chubachubachuba, saca? faz algo no violão ai</em>&#8220;. Parece estranho, mas é assim que funciona as vezes, graças a ligação temos mais uma música para ensaiar.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro método de composição é eu bater na porta do <a title="Depósito de Idéias" href="http://www.depositodeideias.blogspot.com/" target="_blank">Eduardo</a> e dizer: <em>Fiz um treco no violão que ficou foda </em>(minha modéstia só não é maior que a minha habilidade com as seis cordas), f<em>az uma letra</em>. As vezes funciona, outras não.</p>
<p style="text-align: justify;">Processos de composições são tão pessoais que quando vejo um reporter perguntar para o músico &#8220;<em>Como tu compõe?</em>&#8221; acho meio bobo, mas sempre presto atenção nas respostas.</p>
<p style="text-align: justify;">O último álbum do Deep Purple, Rapture of the Deep, pelo que sei foi composto em uma Jam no Estúdio. Simplesmente adoraria conseguir fazer isso. Quem sabe um dia.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.faneinbox.com/wp-content/uploads/2008/09/redenca1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-363" title="redenca1" src="http://www.faneinbox.com/wp-content/uploads/2008/09/redenca1-225x300.jpg" alt="" width="190" height="254" /></a><a title="Violão Santa Fé Takamine, Bandeira Brasileira e Passagens" href="http://www.flickr.com/photos/15830714@N08/2420101964/" target="_blank"><br />
</a><small><a title="Rodrigo Sá" href="http://www.flickr.com/photos/15830714@N08/2420101964/" target="_blank"></a></small></p>
<p><small><a title="Rodrigo Sá" href="http://www.flickr.com/photos/15830714@N08/2420101964/" target="_blank"></a></small>Voltando, é obvio que não há regra.  Nem deve ter. Compor é um ato de extravagância do espirito, ou assim deveria ser.  Compor algo bom é um desafio, até porque o que é bom para um pode não é bom para os outros. Conheço gente que tem músicas boas na gaveta e não usa por não gostar delas, saber esperar também faz parte do processo.</p>
<p style="text-align: justify;">O importante é sempre ter algo na gaveta, seja bom ou só bacaninha. Quando trabalha-se em grupo, ou seja, uma banda, outro pode acrescentar detalhes e melhorar até chegar a um resultado satisfatório. Assim nasce as parcerias musicais, essas por suas vez tem diversos graus por tambem não ter regras.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das parcerias músicais mais famosas é a dupla Page e Plant, dois montros que atigiram o auge a bordo do Led Zeppelin.</p>
<p style="text-align: justify;">Independente do método usando pela banda, o que é importante é a insistência e auto-critica. O mesmo Eduardo sempre repete algo sobre compor sempre até tornar-se um hábito, faz sentido.</p>
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		<title>Blog da Bourée &#8211; Um Blog Muito Groovinado</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 09:51:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fanny Webber</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogando]]></category>
		<category><![CDATA[Musica]]></category>
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		<category><![CDATA[Bourée]]></category>

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Na madrugada do dia 10 de agosto nasceu o mais novo blog que participo, Blog da Bourée.
Eu não falo muito das minhas aventuras com bandas aqui. Bourée é onde eu mais gasto energia quando o assunto é música. A banda está a um ano desde o primeiro ensaio e agora acorda para a vida virtual.
Misturando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p>Na madrugada do dia 10 de agosto nasceu o mais novo blog que participo, <a title="Blog da Bourée" href="http://www.blogdabouree.blogspot.com" target="_blank">Blog da Bourée</a>.</p>
<p>Eu não falo muito das minhas aventuras com bandas aqui. Bourée é onde eu mais gasto energia quando o assunto é música. A banda está a um ano desde o primeiro ensaio e agora acorda para a vida virtual.</p>
<p>Misturando o rock nosso de cada dia com ritmos brasileiros, sempre apostando em um som simples de qualidade e usando e abusando da criatividade.</p>
<p>Justamente por não ter nenhuma música para donwload é que a Bourée vem com o bog, construir textos e mostrar suas idéias enquanto não e tem nenhuma faixa decentemente gravada. A proposta é não se deter apenas na música e sim ultrapassar todos os limites. Como eu disse na <a title="Blog da Bourée - O que é essa tal de Bourée?" href="http://blogdabouree.blogspot.com/2008/08/o-que-essa-tal-de-boure.html" target="_blank">minha postagem inaugural.</a></p>
<p style="padding-left: 30px;"><span style="font-weight: bold;">Bourée</span> é sinônimo de movimento, conceito que condiz com a verdade. Ficar parado olhando o mundo girar pode parecer interessante para alguns, mas a idéia é justamente movimentar, física e mentalmente, os ouvintes e leitores.</p>
<p style="padding-left: 30px; text-align: center;"><a title="Chico" href="http://www.flickr.com/photos/67441669@N00/500978974/" target="_blank"><img class="aligncenter" style="border: 0pt none;" src="http://farm1.static.flickr.com/206/500978974_b172653ef4_m.jpg" border="0" alt="Chico" width="180" height="240" /></a><br />
<small><a title="Attribution License" href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" target="_blank"><img src="http://www.faneinbox.com/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" border="0" alt="Creative Commons License" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a title="hiabba" href="http://www.flickr.com/photos/67441669@N00/500978974/" target="_blank">hiabba</a></small></p>
<p>Então é assim que nós vamos deixando de lado a <em>preguiça</em> e colocando em prática a <strong>ação</strong> da mesma maneira que <a title="Fanny in Box - Três Dicas para Melhorar sua Banda" href="http://www.faneinbox.com/2008/08/tres-dicas-para-melhorar-sua-banda/" target="_blank">disse nas dicas</a>. Lembram?</p>
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		<title>Três Dicas para Melhorar sua Banda</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 23:09:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fanny Webber</dc:creator>
				<category><![CDATA[Musica]]></category>
		<category><![CDATA[Bandas]]></category>
		<category><![CDATA[bandas de garagem]]></category>
		<category><![CDATA[bandas de rock]]></category>
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		<category><![CDATA[Rock band]]></category>
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Ser músico atualmente não é dificil. Gravar uma música simples pode ser feito em casa e disponibilizar ela é tão simples quanto fazer uma conta no orkut. O mercado fonográfico está em crise com isso, mas não vamos ser pretenciosos. A crise não é tão grande assim.
O fato é que qualquer pessoa com um minimo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: left;">Ser músico atualmente não é dificil. Gravar uma música simples pode ser feito em casa e disponibilizar ela é tão simples quanto fazer uma conta no orkut. O mercado fonográfico está em crise com isso, mas não vamos ser pretenciosos. A crise não é tão grande assim.</p>
<p style="text-align: left;">O fato é que qualquer pessoa com um minimo de noção musical pode virar músico de um dia para outro. Lançar um trabalho virtualmente e ate começar a fazer shows pela cidade.</p>
<blockquote style="text-align: left;"><p><strong>A pergunta é:</strong><br />
Porque não é todos que conseguem um bom resultado?</p></blockquote>
<p style="text-align: left;">Podem ser inumeros fatores, desde qualidade do som até falta de vontade real de seguir.</p>
<p style="text-align: left;">Exitem espalhadas pelo Brasil milhares de bandas de garagem. Para dar um bom exemplo, só no orkut uma banda me adiciona por semana. A metade tem ao menos uma música para divulgar. Então você se pergunta: <em>Por que minha banda não sai da garagem?</em> Se teu som for no minimo bacana provavelmente a resposta vai ser: <strong>Preguiça.</strong></p>
<p style="text-align: left;">Preguiça é a diferença entre as bandas que conseguem alguma coisa das que não conseguem nada. Talento é apenas um detalhe contornável.</p>
<h4 style="text-align: left;">O que fazer então?</h4>
<p style="text-align: left;">Não existe uma formula padrão, mas os fatores mais importantes são: <strong>Prática, Ação e Sorte.</strong></p>
<h3 style="text-align: left;">A Prática</h3>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/93157762@N00/376265575/" target="_blank"><img class="aligncenter" style="border: 0pt none;" title="One, two, tree, four!" src="http://farm1.static.flickr.com/168/376265575_3471ba6811_m.jpg" border="0" alt="One, two, tree, four!" width="240" height="180" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p><small><a title="Attribution-ShareAlike License" href="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/" target="_blank"><img src="http://www.faneinbox.com/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" border="0" alt="Creative Commons License" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a title="Bruno Negaum" href="http://www.flickr.com/photos/93157762@N00/376265575/" target="_blank">Bruno Negaum</a></small><strong> </strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Prática </strong>é o ensaio em grupo e individual. É entender o mecanismo das músicas que o grupo toca. Sendo sua ou músicas dos outros. Necessário ter um objetivo para a prática ser eficaz. Saber o que tocar e se os outros concordam.</p>
<p style="text-align: left;">Cada estilo de música tem suas caracteristicas, o importante é saber bem disso e tentar indentificar isso. Tocar Heavy Metal não é a mesma coisa que tocar Reggae. Práticar os detalhes podem enrriqueser o som.</p>
<p style="text-align: left;">Os resultados dependem muito da capacidade geral da banda. Um pessoal mais experiente, esforçados ou &#8220;ligados&#8221; pegam as músicas mais rápido. O importante é não fazer corpo mole e tentar sempre ensaiar, mesmo que sozinho ou com apenas só um membro da banda. Não deixe a preguiça dominar.</p>
<h3 style="text-align: left;">A Ação</h3>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/8566600@N07/2546120534/" target="_blank"><img class="aligncenter" style="border: 0pt none;" src="http://farm3.static.flickr.com/2157/2546120534_14a1dc0ca9_m.jpg" border="0" alt="Atenção... Gravando!" width="240" height="180" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><small><a title="Attribution License" href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" target="_blank"><img src="http://www.faneinbox.com/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" border="0" alt="Creative Commons License" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a title="eyeliam" href="http://www.flickr.com/photos/8566600@N07/2546120534/" target="_blank">eyeliam</a></small></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Ação</strong> é tudo que se faz para a banda ou pela banda. A composição, trabalho e criação de idéias para músicas. Divulgação do nome da banda é um tipo de ação a favor da banda. Ir em show pequenos de amigos é um tipo de ação, é com eles que fará seus primerios shows. Ação é fazer seus shows, que dificilmente será um grande show logo de cara. Experimentar a banda em uma apresentação para amigos. Ação é escutar muita música relacionada com a sua, é dai que vem as idéias.</p>
<p style="text-align: left;">Também não esqueça do entrosamento da sua banda, tanto musical quanto como amigos. Atividades em grupo exigem espirito coletivo, muitos grupos afudam por falta de espirito de grupo. Atividades fora do ramo musical com seus parceiros de banda sempre ajudam.</p>
<h3 style="text-align: left;">A Sorte</h3>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.faneinbox.com/wp-content/uploads/2008/08/toydolls_opiniao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-761" title="Toy Dolls" src="http://www.faneinbox.com/wp-content/uploads/2008/08/toydolls_opiniao.jpg" alt="" width="506" height="346" /></a><small><a href="http://www.flickr.com/photos/elpanaton/5040429872/sizes/l/">photo</a> credit: <a href="http://www.flickr.com/photos/elpanaton/">elpanaton</a></small></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Sorte</strong> é tudo aquilo que não se pode prever. Muitas vezes é o fator chave do sucesso, mas felizmente não é tudo. <strong>Sem</strong> prática e ação a <em>sorte</em> fica <strong>quase nula</strong>. No entanto pode sempre se dar uma ajuda para a sorte com algum material disponivel, mesmo que uma única música demo. Afinal de contas, um é melhor que zero, não é mesmo? Ter uma forma fácil de entrarem em contato com a banda também é idéal e ajuda a sorte.</p>
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