Apesar do titulo, infelizmente não peguei a minha chooper igual o Peter Fonda e fui em direção ao horizonte. Muito mais humilde que Easy Rider, até porque não vendo cocaina, peguei meu Fiat Uno prata e fui de encontro a Rondinha. Claro que a vantagem do “meio de transporte” (Dizem por ai que Fiat Uno não é carro) é que pude levar a Luísa e o Eduardo, assim falando muitas bobagens durante a viagem.
Antes de mais nada, Rondinha é um balneário de Arroio do Sal, mas não é muito distante de Torres. O maior ponto turistico é o parque ecológico Tupancy, uma reserva de mais ou menos um hectare.
Ao lado, outro balneário, o Atlântico. É nesse local que fomos. Mas prefiro me referir como Rondinha, por ser “maior”. Nada disso realmente importa. Importa mesmo é o lugar, nesse caso uma imagem vale mais do que qualquer palavra:
Eu mesmo não ia lá a mais de três anos. Mas já passei inumeros veraneios nessa praia, da infância a adolecência. Curiosamente existe uma grande consentração de “gringos” de Bento Gonçalves e Caxias do Sul, não sei porque motivo. Aposto que alguém comprou um terreno e indicou para os parentes.
Essa viagem é propagamada desde o inicio da Bourée – minha banda junto com a Luísa e com o Eduardo. Não sei bem quando, mas alguma vez alguém referiu-se como Rondinhas, essa moda gringa de adicionar plural em nome próprio felzimente esta acabando.
O importante é que a praia superou as espectativas, carregou as baterias da vida civilizada de Porto Alegre e ficou um gosto muito forte de “quero mais”.
Acho que todo mundo deveria ter essa oportunidade. Não necessariamente em Rondinha, mas eu algum lugar que considere seu “canto especial”. Sozinho ou cercado de gente querida.
Nada melhor que relaxar, não é mesmo?
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