Novidades: Novas coisas e faceirice.

Em primeiro lugar, é com orgulho e faceirice que anuncio algo que eu estava idealizando a um bom tempo e só agora consegui o tempo necessário para isso. Sempre pensei em fazer um site/blog para os eventos dessa cidade onde vivo -Porto Alegre – e região. Não que não tenha, na verdade tem, mas é limitado, mesmo a cidade tendo alguns bem bons e outros não tão bons assim, resolvi não me reprimir e tocar a idéia a diante.

Pois no meio de um raciocínio confuso pensei no nome: To com a Banda. Me pareceu um bom nome e após isso toda a idéia surgiu, instantâneamente. Muitas das idéias ainda estão guardadas, mas o importante nesse primeiro momento é fazer o básico bem feito, o feijão e arroz que dá certo. Em breve teremos mais uns pratos no menu e assim que as idéias saírem da minha imensa nuvem criativa.

Concierto de Juliette Lewis en Barcelona, Sala Apolo
Creative Commons License photo credit: alterna2

Outra coisa é que graças a meu grande amigo, webfuckingmaster, desinger e muitas outras coisas: Raviel Carvalho o site/blog entrou no ar. O cara fez praticamente tudo com um pouco de informação que eu dei para ele, na verdade, ele fez milagre com tão pouco de informação que eu dei a ele, tudo ficou bem bacana. O logo ficou muito a cara do que é para ser e também é de sua autoria.

Em tempo, já providenciei uma serie de meios de entrar em contato e agregar-se ao To com a Banda.

Orkut
Comunidade no Orkut
Facebook

Twitter

Então, se você tiver uma banda e quiser divulgar o show (seja tributo/cover ou próprio) manda para contato@tocomabanda.com.br um e-mail informando tudo e nós conseguindo um free pass.

:mrgreen:

*imagem meramente ilustrativa

Reblog this post [with Zemanta]

5 Dicas de Presentes Úteis e Bacanas

Falta um pouco mais de um mês para o natal, em pouco tempo as lojas começam a entrar no clima frenético de natal exibindo pinheiros, neve e papai Noel por todos os cantos. Os shoppings, praças de consumo ultra populares, investem na decoração e nos lembram o que significa o natal para eles: Comprar. Não estou reclamando, sou capitalista e eu faria o mesmo que eles, fazer acreditar por segundos como é estar na “neve” de bermuda, lembrar que todos teus amigos e parentes se encontram no shopping “X” e que acima de tudo todos ficam felizes gastando por aqui. Papai Noel, o bom velhinho que dá presente as criancinhas, aqui é representado por um senhor de barba e roupa vermelha que fica parado em seu trono para tirar fotos com as crianças, ele não dá brinquedos, no máximo doces, é presença obrigatória nos shoppings de melhor qualidade. Um fato curioso é que os shoppings não são classificados pela decoração – que mesmo assim é necessária – e sim pela quantidade de ajudantes do papai-Noel do sexo feminino em trajes mínimos. É sabido que anões, senhoras de idade avançada, pedagogas e assistentes sociais não acrescentam pontos ao shopping, nos dois últimos casos somente se caírem nas exigências anteriores – relembrando: trajes curtos e simpáticas de corpo. Esse é o clima de natal escondido por mil camadas de coisas boas e ruins.

Só para deixar claro a minha opinião quanto ao Papai Noel, acho que a imagem que temos dele aqui no Brasil meio errada. Aqui não neva, em dezembro é um calor digno de clima tropical. Talvez se o nosso papai Noel fosse mais tropicalista eu me identificaria mais com ele. Apesar de eu ter certeza que a realidade de tropicalização não seria bem quista aqui no Sul. Pessoal iria fazer papai Noel de bombacha, o que também é interessante. Divago em cima da minha opinião.

Além de tudo isso o Natal também significa CAOS. Sério, ter de comprar algo no natal para dar de presente pode ser a tarefa mais chata do mundo, ainda mais se o destinatário for alguém que tenha pouca importância sentimental: como um chefe mala, parente distante que vêem visitar, sobrinhos malditos – aqueles mimados da tua tia semi-gorda ou qualquer coisa comprada para amigo secreto (ou amigo oculto). Não existe nada pior que ter de comprar algo para essas pessoas que tu nem te importa tanto e só esta fazendo uma social. O pior é que você não lembrou por muito tempo que teria que comprar esse presente, portanto vai ir comprar na ultima semana e aturar mil quilômetros de fila. Por isso defendo a idéia de não gastar esse dinheiro, seja prático e invista em você mesmo. Chegou novembro é a hora de dizer que apareceu contas altas e que esse ano o natal ficará prejudicado. Ano passado a Crise Mundial foi a minha desculpa, mesmo que apenas da boca para fora. Na verdade, com o dinheiro economizado faça uma viagem de férias realmente boa no natal, use o espirito natalino direcionado unicamente para você sempre lembrando quem trabalhou duro o ano inteiro. Não me venha com essa de reunir os parentes em alguma casa para comer o peru mutante (conhecido como Chester), falar mal do tio bêbado, brigar com algum parente aleatório e quem sabe beber tanto ao ponto de passar o natal abraçado na amiga privada. Sim, eu acho essa atividade divertida, mas ela pode ocorrer todo o ano e você provavelmente já fez ela antes, então é hora de mudar. Mesmo que seja apenas neste ano.

Use o espirito natalino de um jeito egoísta.

Mas existe o outro lado da moeda, pessoas que realmente merecem presentes, que você queira fazer um agrado real por tudo que tenham feito. Podem ser amigos do peito, família próxima (mulher, filhos, pai e mãe, talvez irmãos), aquela pessoa que te ajudou alguma vez… Tanto faz quem você julga que mereça, o importante é que você quer e a iniciativa é sua. Nem é tão fora do comum, ver uma propaganda, uma vitrine ou mesmo um item na internet e pensar: O Jonas iria adorar isso. Eu penseo assim quando vejo algo relacionado a cerveja. é bem provável que alguém que me conheça pense em algo relacionado a minha pessoa quando o tema e cerveja. O problema é que as vezes queremos dar algo bacana e não encontramos nada. Sabe aquela idéia de quem procura acha? Pois parece perfeitamente o contrário, a vontade é enorme a disposição também, mas nada de achar aquele presente legal para dar. Foi ai que eu tive um senso de oportunismo e resolvi escolher 5 itens que ajude os leitores, baseados nos meus gostos, para que talvez passem menos dificuldades.

Todos os produtos são da loja Mulher, Cerveja e Futebol e como vocês já podem notar pelo nome, são produtos direcionados para homens que gostem de ao menos uma dessas três coisas. Mas nada impede que mulheres que gostem de outras mulheres, futebol e cerveja se identifique. Afinal de contas estamos no século vinte e um e, assustadoramente, tem de tudo por ai, mulher que curta essa trindade nem chega a ser estranho ou um problema.

Chega de lero-lero e vamos aos cinco itens


  1. Abridor de Garrafas de Aço Multi-uso.


    Um dos itens mais vendidos da loja e não é por menos, um abridor de garrafas de aço inox para mim significa uma coisa, durabilidade. Essa é a palavra chave desse produto. Além de ser um abridor durável possui uma chave Philips (ou estrela) e chave allen (três tamanhos diferentes). Tudo isso com a capacidade de ser um chaveiro estiloso e realmente útil. Certamente um bom produto.


  2.  

    Capacho Aviso de Elevador.
    Mesmo nem tendo elevador no prédio, eu gostaria muito de por na porta do apartamento. Colocar inveja nos vizinhos com esse “tapete de limpar pés” é fazer a tarefa com estilo. Por si só, esses capachos são úteis, principalmente em dias de chuva.

  3. Mini-Amplificador MyAmp

    Imagine a seguinte cena, você esta no ônibus e próximo a você senta aquele jovem sem postura e que em 5 anos terá que provavelmente ir a um médico (do SUS) para verificar os problemas de coluna, ele saca o Celular e desse aparelho para todos os passageiros o som do funk chiado e sem graves. Você puxa da mochila seu amplificador e aperta o play no tocador plugado ao mp3 e você salva o dia através do Rock N’ Roll, ao menos o seu dia. Muito mais que “Missão Cumprida”, é Missão Cumprida com propriedade e estilo! Não tem como não querer algo assim em casa ou na mesa do escritório. 

  4. Roleta Etílica

    Quando fui a praia de Rondinha com uns amigos, inventamos um jogo para termos desculpa para beber. Com essa roleta teríamos evitado brigas e desperdícios, além de ser uma forma mais aleatória de se embebedar e um ótimo jeito de tomar um porre. É a evolução dos jogos com bebida. Cada copo tem dois números (são 16 copos) e a roleta 36 números. Diversifique as bebida e boa dor de cabeça no outro dia.
     

  5. Isqueiro de Dólar com Lanterna

    Eu não fumo, mas sempre carreguei um isqueiro para poder acender os cigarros das moças no bar. A idéia é simples, deixo ele a mostra na mesa do lado do copo e elas vêem pedir fogo. Com sorte eu dou fogo e depois apago. Mas com qualquer isqueiro isso torna a atividade menos estilosa e na caça dos botecos estilo conta, não faz milagre, mas conta. A lanterna do isqueiro serve muito bem para tu iluminar a fechadura no meio da madrugada e conseguir abrir a porta bêbado sem acordar a todo o prédio.

 

Essa são as minhas dicas, eu daria fácil um desses presentes a alguns amigos meus, compraria – e pretendo comprar – os produtos citados. Aproveito a idéia das dicas para também participar da Promoção do Blog da Mulher, Cerveja e Futebol. Quem eu também sigo no Tuíter (twitter) @MCF_SA. E se for seguir eles, me segue por lá também @faneinbox

“Esta lista de presentes está concorrendo a um pen drive de cerveja de 8 gb de “Mulher, Cerveja & Futebol”, a melhor loja do mundo. O regulamento está aqui

Ler uma hora por dia, eu faço.

Quando tive a idéia, foi para voltar a ler. Não que eu tenha definitivamente parado, já que sempre se esta lendo algo: jornal, blogs, piadas, rótulos de produtos, etc. Mas eu queria de volta a literatura, as histórias e, principalmente, a magia. Sério mesmo.

Quando eu era um estudante de primeiro grau – hoje ensino fundamental – eu lia direto todos os clássicos que a biblioteca do colégio. Sherlock Holmes era o preferido da época. Também tinha os que eram pedidos pela escola, esses com a metade do entusiasmo, claro. Já no segundo grau – ensino médio – minha vontade e tempo de ônibus aumentou. Descobri Isaac Assimov e outros livros ótimos que a biblioteca tinha. Li e adorei Forest Gump, nem o filme tinha visto é tão bom quanto.

Reading
Creative Commons License photo credit: ZapTheDingbat

Mas quando acabei esse período de estudo, não pegava mais ônibus direto a leitura foi diminuindo e depois foi trocada pelos livros da faculdade – igualmente bons, mas era as bibliografia de jornalistas e dicas sobre a área. Histórias somente a que estes contavam.

Foi ai que decidi que queria voltar a ler, mas essa decisão foi inconsciente. Aproveitei que iria comprar um DVD e um livro dos Beatles e comprei outro livro, que nunca tinha ouvido falar e curiosamente comecei a ler primeiro. Gostei do título e do preço, foi para a cesta.

Li no primeiro dia 105 páginas do livro, foram bem mais de uma hora de leitura porque era final de semana. Mas como ler o resto? Não pego mais ônibus desde que tenho carro. O Internet Banking acabou com as filas de banco. Ler a cada sinaleira (Semáforo) é ruim e acabo lendo 4 vezes o mesmo parágrafo -  Sim, eu tentei.

Foi ai que teve um dia no qual fiquei sem o que fazer no trabalho e ao invés de ficar na frente do pc, procurando noticias do mundo e lendo twittadas aleátorias das pessoas qual eu sigo lá no twitter. Fui a uma praça com o livro de baixo do braço. Confesso que fiquei meio sem graça, olhei a praça inteira e não tinha ninguém lendo em plena terça-feira a tarde. Só gente caminhando, correndo, fazendo exercícios em geral. Fui lá eu tímido até o banco e comecei a ler, me esquecendo do resto do mundo. Uma hora depois voltei a empresa e terminei o que ficou pendente. bati o cartão.

Sei que não é todo mundo que pode fazer isso que faço, na verdade aposto que a maioria de vocês não podem fazer isso como eu faço. Uns por simplesmente estarem trabalhando em um trabalho antiquado que nunca permitiria coisa desse gênero, outros por realmente ter muito trabalho para fazer. A verdade é que nem sempre posso ler essa uma hora por dia, o que faço é substituir outras formas de “lazer” do dia para ler. Deixo algo da minha lista para depois e vou ler.

Public Domain - Books and Beaches 02
Creative Commons License photo credit: publicdomainarts

Para mim funciona assim, “vou ler” e não simplesmente “ler“, o fato de ter que se mexer, encontrar um local e ler torna a leitura mais obrigatória nessa uma hora e sem desculpas para fazer outras coisas. Eu tenho alguns locais de preferência, muito deles públicos ou com um bom movimento. Tem gente que prefira se isolar, eu atualmente prefiro “me exibir“. Faço isso para perder a vergonha de ler, antes eu tinha vergonha de ler um livro e as pessoas me julgarem, como quando fui na praça a primeira vez. Agora vou lá na praça ler, vejo algumas pessoas – mesmo que passando correndo – ou vou a um café tomar um expresso enquanto leio. Mesmo nos cafés as pessoas na sua maioria só vão acompanhadas. Eu vou com um livro. Parece besteira dizer isso, mas muitas das desculpas que ouço é a falta de tempo, sempre quando  culpam o tempo eu torço o nariz e foi ai que percebi que eu só não tava falando mau do tempo em alto e bom som, mas ele era a minha desculpa para ficar desleixado.

Faço o convite, leia uma hora por dia. Arrume um tempo, troque aquele cochilo pós almoço por um livro – e quem sabe um café. Nao vai te deixar sarado pro verão, tampouco te deixar magro e esbelto. Mas vai te deixar um pouco mais interessante, isso pode contar muito mais.

Morando Sozinho

Nem é mais uma novidade, na real. Fazem no minimo três meses, mas cá estou “oficializando” no blog a minha condição de atual morador entre o Bom Fim e o Rio Branco (Porto Alegre). Me veio a proposta e aceitei a mudança. Agora já estou com três meses neste local.

Em três meses deu para aprender algumas coisas sobre a vida solitária, algumas das coisas que li e me falaram senti na pele. Felizmente alguma das piores coisas não passei nem perto de me ferrar. Acontece que divido o apartamento com outra pessoa, então coisas de extremamente divertidas como usar o banheiro de porta aberta ficam restritas aos períodos em que essa pessoa viaja para sua cidade natal. Até porque bom-senso é bacana, apesar de eu ter pouco disso que chamam de “senso”.

Então, não moro sozinho literalmente, mas divido o apê. O que é diferente, mas enriquecedor ao mesmo tempo. Notei algumas vantagens e desvantagens nessa vida. Claro que eu estava ciente disso e aqui não é uma reclamação, apenas uma constatação…

As vantagens – Cientificamente só se vive uma vez, então aproveite.

Entre as vantagens, posso ter cerveja na geladeira sem me preocupar com julgamentos familiares. Quando morava com meus pais acontecia que não poderia fazer estoque de cerveja, muito menos beber na frente deles a quantidade real e do modo que quero (sem ter algum motivo especial para beber). Hoje não faço os estoques que idealizei, mas sempre que posso compro cerveja para deixar na geladeira.

Fuga, quando eu quero entro e fecho a porta, desligo o telefone e fico off-line do mundo. O telefone residencial ninguém sabe e nem saberam. Ter esse poder é demais. Mesmo morado com alguém e isso poderia me limitar. A conversa é restrita a “opa, você esta na cozinha… vamos comentar alguma coisa aleatória”. O respeito pelo espaço existe e é necessário, pelo que deu para perceber, em ambos.

Eu faço os horários. Lá em casa tinha um problema, eu não poderia fazer os meus horários. Não que tivesse muitos, mas os horários padrões deveriam ser feitos, como almoços. Demorou um pouco para o povo entender que as vezes não sinto vontade de comer ao meio dia e sim só as 3 da tarde.

Desvantagens – A vida te bate e é dura na queda.

Entre as desvantagens, bagunça, sujeira e estragos são minha responsabilidade direta. E eu não me preocupo com isso, mas que as vezes a preguiça ganha (as vezes?) e dá uma vontade de fechar os olhos e ver as coisas arrumadas, isso dá. Ainda mais que como não tenho guarda-roupa (uso uma arara e duas caixas de verduras) não posso “esconder” a bagunça só existe dois modos: Arrumado e desarrumado.

Viver em uma micro-sociedade. Na verdade, duas. Sociedade do apartamento e sociedade do Condominio. Apesar de as duas serem tranquilas, as vezes é necessário ter de prestar contas sobre algum assunto. Prestas contas (e ter as contas prestadas) é importante para manter todo mundo atualizado. Ativamente só participo da sociedade do apartamento (que é direta) e do condominio somente socializo (comprimentos de corredor). Essa prestação de contas não é imaginada ao sair da casa dos país, mas vivemos em sociedade e sempre teremos que dar satisfação a alguém.

Gastos. Como bom “gringo”, o fator financeiro é abalado. Estou longe de ser um esbanjador, mas também não sou um poupador. O que me faz poupar são metas e no momento não tenho nenhuma apalpavél. Condominio, aluguel, divisão de contas, garagem, comida, curso, possivel dano no carro, bebida… Tudo isso sai do meu salário. Já que sai da casa dos pais, não posso pedir arrego. Dever moral, sabe? Graças a um cálculo pessimista de gastos, entrei preparado para pior. Felizmente não está muito próximo disso e posso viver com certo conforto. (leia: De modo que possa sair 3 vezes por mês para festas).

Preguiça. Esse é meu maior problema para mim. Dela vem a minha falta de habilidade com um equipamento chamado fogão e mais outras coisas. Não é dela a culpa, a culpa é minha. Ela é apenas o motivo para eu não saber fazer comidas boas e ter que apelas para restaurantes e “mendigar refeições” com amigos. Pelo lado positivo, socializo com os amigos em refeições boas e bacanas. No lado negativo ter de comer sozinho, olhando o movimento e sem poder dividir o refri.

a new world record?
Creative Commons License photo credit: soupboy

Existem mais vantagens do que desvantagens. Simplesmente as coisas boas são as pequenas coisas, que somadas são várias coisas boas. Fazer isso me ajuda a achar o meu espaço, a criar as minhas manias e a seguir – em parte – as minhas regras. Superar os problemas, quando ocorrem, de forma mais civilizada (ou treinar a selvageria, caso a diplomacia falhe) e tudo isso que outros manuais de vida individual cansam de repetir. É uma grande experiencia a que passo, estou feliz por estar nela.

Educação é a Chave para Tudo

(Titulo alternativo: Conversas que Somos Obrigados a Fazer com quem presta serviços para nós).
(Título alternativo 2: Nossas mães estavam certas, ser educado é a chave). 

Ser um pouco simpatico talvez seja meu dom, mas não é nada absurdo, não sou unânimidade por onde passo. A questão é que nessas conversas rápidas eu as vezes consigo destaque. Muito mais do que conseguiria em um papo longo. 

A facilidade de conversar qualquer coisa aleatória com porteiros, chaveiros, cara da garagem etc, é para mim extremamente útil. Meu propósito era poder passar pelas portarias de forma mais fácil, não ter chaves clonadas, meu carro bem cuidado. Tudo para não ter que me preocupar por algum tempo.

Quem não gostaria desse porteiro?

Quem não gostaria desse porteiro?

Quando eu tive a primeira banda com a Luísa, freqüentemente eu ia ao seu apartamento. Antes de ir, ligava para saber se ela estava em casa, se tinha algum problema em aparecer etc. Ficava uma coisa repetitiva, ligava para ela, chegava no apê, porteiro interfonava para avisar o que ela já sabia. No final das contas acabei por conhecer os porteiros, sabia os horários de alguns, o que me deu liberdade para subir direto e não passar por uma entrevista na portaria. No prédio de outro amigo, sempre fui conversando com o porteiro que me acompanhava ate o elevador para abria a porta para mim.

São essas coisas pequenas que dizemos e que é como ter o respeito pela profissão que esta prestando serviços aos usuários e visitantes de um determinado local. É também ser inteligente e investir para caso um dia aconteça algo, poder pedir sem parecer apenas um dever da pessoa. Trabalhar motivado faz com que a qualidade do serviço suba, raciocínio extremamente simples.

Tinha um porteiro do apartamento da Luísa que chegou a me emprestar o jornal para eu ler. “Pode levar, quando eu for entregar os jornais internofo”. Esse mesmo porteiro, salvou a Luísa de um furto¹ um pouco além do prédio. 

Agora pergunto, vale a pena tratar essas pessoas com nariz empinado?

¹ Furto:  Diferente do furto, não implica grave ameaçã ou violência contra pessoa.
Imagem: http://www.flickr.com/photos/rockdoidocamisetas