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	<title>Fanny in Box &#187; Bandas</title>
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	<description>Opiniões, música, filmes, livros e um pouco de mau-humor.</description>
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		<title>[Música] Dani Rauen &#8211; Qualquer Lá</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 01:27:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fanny Webber</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bandas]]></category>
		<category><![CDATA[Musica]]></category>
		<category><![CDATA[Acústico E Valvulados]]></category>
		<category><![CDATA[Dani Rauen]]></category>
		<category><![CDATA[Laranja Freak]]></category>
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		<category><![CDATA[Véspera.]]></category>

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Dentro do mais do mesmo da vida e do que passa nas ondas do FM, sempre surge alguma mente genial para mostrar que a humanidade ainda respira criatividade e bom gosto. Ao menos é o que me pareceu as 4 músicas do futuro álbum solo de Dani Rauen, Qualquer lá.
O Teaser que recebi desse novo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
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<p>Dentro do mais do mesmo da vida e do que passa nas ondas do FM, sempre surge alguma mente genial para mostrar que a humanidade ainda respira criatividade e bom gosto. Ao menos é o que me pareceu as 4 músicas do futuro álbum solo de<strong> Dani Rauen</strong>, <em>Qualquer lá</em>.</p>
<p>O Teaser que recebi desse novo trabalho da cantora conta com 4 músicas, sendo as músicas<em> Após o Bip</em>, <em>Suspenso no Espaço</em> e <em>Era Eu</em>, releituras respectivamente das bandas <em>Laranja Freak, Acústicos e Valvulados e Véspera</em>. Mostrando a diversidade de influências de Dani.</p>
<p>Além das três versões, a faixa-título Qualquer Lá mostra possivelmente como será o resto do trabalho de Dani Rauen. Ouça abaixo as músicas.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="420" height="345" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/69U2wFl-H0o?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="345" src="http://www.youtube.com/v/69U2wFl-H0o?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>Qualquer Lá &#8211; Dani Rauen</strong></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="420" height="345" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/8AaAYTTzaUE?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="345" src="http://www.youtube.com/v/8AaAYTTzaUE?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>Suspenso no Espaço &#8211; Dani Rauen</strong></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="420" height="345" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/hws4a80Fimo?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="345" src="http://www.youtube.com/v/hws4a80Fimo?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>Após o Bip &#8211; Dani Rauen.</strong></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="420" height="345" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/sHXYlqExPp8?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="345" src="http://www.youtube.com/v/sHXYlqExPp8?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>Era Eu &#8211; Dani Rauen.</strong></p>
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		<title>Ter Uma Banda Significa Trabalho</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 21:28:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fanny Webber</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bandas]]></category>
		<category><![CDATA[Musica]]></category>
		<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[Como ter uma banda]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Rádios]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de músico]]></category>

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Me inspirei para escrever quando li esse post no blog &#8220;Era o Que Tinha&#8230;&#8221; do @Marcel_ezc, eu ia comentar, mas quando vi o comentário estava tão grande que tive que transpor para cá.
O título da postagem é &#8220;Jabá e a Falsa Liberdade&#8220;. Nele ele fala sobre sua condição de música, comenta sobre jabá e sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p>Me inspirei para escrever quando li esse post no blog &#8220;<a href="http://eraoquetinha.wordpress.com">Era o Que Tinha&#8230;</a>&#8221; do <a href="http://twitter.com/marcel_ezc">@Marcel_ezc</a>, eu ia comentar, mas quando vi o comentário estava tão grande que tive que transpor para cá.</p>
<p>O título da postagem é &#8220;<a href="http://eraoquetinha.wordpress.com/2010/04/29/jaba-e-a-falsa-liberdade/">Jabá e a Falsa Liberdade</a>&#8220;. Nele ele fala sobre sua condição de música, comenta sobre jabá e sua história e a desilusão que ele teve com a internet. Você pode ler lá, comenta lá, depois lê aqui e comenta aqui.</p>
<p>A questão é que eu entendo o ponto de vista dele, mas não concordo e vou citar os principais pontos.</p>
<blockquote><p>&#8220;<em>Antigamente (dizem, eu não lembro disso), as rádios tocavam os artistas sem problema algum. Bastava uma fita-demo. Gravada em estúdios de qualidade duvidosa, em K7 mesmo.</em>&#8220;</p></blockquote>
<p>Primeiro que essa época em que as rádios tocavam qualquer coisa suspeito que nunca existiu, mesmo que tenha existido o para se gravar o  &#8221;qualquer coisa&#8221; era muito mais difícil que atualmente, imagina com qualidade. O que acontecia era os chamados programas de calouros nas rádios, o músico e o violão na frente de um microfone na frente de uma platéia que ia assistir o programa no estúdio da rádio, sim era assim mesmo, tinha platéia nesses programas. Então reforço, era qualquer um que chegava lá e tocava uma vez, mas se fosse ruim &#8211; no ponto de vista da rádio e da platéia presente &#8211; nunca mais voltava para ser um músico sério.  Geralmente o que vingava era MPB, tradicionalista e sertanejo. Depende do lugar do Brasil.</p>
<p><a href="http://www.faneinbox.com/wp-content/uploads/2010/04/Jazz-7-CHET-BAKER-_amp_-BUD-SHANK-HR-_.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-703" title="Jazz 7 CHET BAKER _amp_ BUD SHANK HR _" src="http://www.faneinbox.com/wp-content/uploads/2010/04/Jazz-7-CHET-BAKER-_amp_-BUD-SHANK-HR-_-300x215.jpg" alt="" width="300" height="215" /></a></p>
<blockquote><p><em>&#8220;Passado um pouco do tempo, a arte não bastava. Era preciso um bom networking. Conhecer o cara da gravadora, da rádio, da casa noturna, da puta que pariu. Poucos artistas tinham isso, então criou-se a cultura de que a exposição na mídia era para “poucos eleitos”.&#8221;</em></p></blockquote>
<p>Não sei direito de que época estamos falando, isso é um conto praticamente&#8230; Mas isso também sempre existiu. E quem não tinha isso era verdadeiramente bom e unânime, praticamente um sucesso pronto&#8230; um pote d&#8217;ouro. Exposição em massa sempre foi para poucos eleitos ou ao menos para quem aparece. Não é o certo, mas é um modo de filtrar um mundo de aspirantes a músico. Claro que para se destacar ser conhecido é necessário, faz parte da política inconsciente humana, tu vai dar mais vantagem para quem tu conhece do que para um cara que tu nunca viu na vida. Agora se &#8220;poucos eleitos&#8221; for nível social, perceba que só agora é mais fácil de se ter uma gravação, os contatos em épocas atrás &#8211; sem internet e com pouco uso de computadores &#8211; era muito mais necessários ainda, para o músico da camada social baixa, restava era fazer uma música que ele consiga reproduzir ao vivo e que possa fazer em praticamente qualquer lugar. Por isso que Sertanejo, Samba, Pagode&#8230; etc tem apelo popular mais forte, por justamente estar mais perto dos ouvintes.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Mais um tempo e veio o Jabá.</em></p>
<p><em>Um </em><strong><em>câncer </em></strong><em>que permanece até os dias atuais.</em></p>
<p><em>Formar uma banda, hoje, é sinônimo de prejuízo. Se eu decidir, agora, na frente do computador, formar uma banda, já saio pagando. Ligar para pessoas, marcar ensaio, pagar estúdio só pro começo do início. Ensaiar (pagando) até ficar bom e gravar uma faixa em um estúdio razoável é o mínimo do mínimo. Ter um site oficial e um myspace farão com que você chegue ao status de agulha no palheiro. Existem mais de </em><strong><em>UM MILHÃO</em></strong><em> de bandas no Myspace.com&#8221;</em></p></blockquote>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_704" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.faneinbox.com/wp-content/uploads/2010/04/3394660.jpg"><img class="size-medium wp-image-704" title="3394660" src="http://www.faneinbox.com/wp-content/uploads/2010/04/3394660-300x200.jpg" alt="Ensaio Banda Spasmus foto por: Fernanda Freitas" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Ensaio banda Sparmus. Foto:: Fernanda Freitas (http://br.olhares.com/fefreitas)</p></div>
<p>Concordo que uma banda começa gastando, concordo absolutamente, mas isso também sempre foi assim. De alguma forma sempre se pagou, antes muito mais com tempo, hoje muito com uma soma dos dois. Antigamente quem não começava pagando com dinheiro,  geralmente por causa de um agente, já tinha pago em formação musical. Isso muito antes dos anos 80 e quando as gravadoras tinham um casting enorme de músicos eruditos para acompanhar seus interpretes, mas ser músico era bacana, tu fazia um arranjo para Nara Leão, um solo de flauta para o Toquinho&#8230; ganhava aquele salário fixo da gravadora (duvido que tenha parte no lucro pela contribuição) e ia para casa feliz.</p>
<blockquote><p><em>No entanto, infelizmente, uma banda é um produto. E para esse produto ter visibilidade é necessário algo que está para a música assim como a propaganda está para o comércio: divulgação.</em></p>
<p><em>Então o garoto em começo de carreira pensa: as rádios! claro! elas tocam música! Se a música for realmente boa eles tocarão!</em></p>
<p><em>Não.</em></p>
<p><em>Desculpe decepcionar, mas não.</em></p>
<p><em>O Jabá já está institucionalizado. E jabá não é só dinheiro. É produto, é computador, é promoção, é 30 shows de graça. Isso, depois de você ter pago outros jabás, o do produtor e o do divulgador.</em></p></blockquote>
<p>O Jabá sempre existiu, o networking sempre existiu. Vou dizer mais, é necessário ter um dos dois. Eu não sei dizer da onde que se tira a idéia que um grupo de pessoas (pense em grupo, não em induvidualismo) tem capacidade para escolher 10 artistas para ouvir, é briga na certa e o resultado não seria muito diferente do que se tem por ai hoje.</p>
<p><strong>Não existe um único culpado, existem vários. </strong></p>
<p>Vou alertar, a culpa é das rádios, do jabá e de todo o resto, mas a culpa é do <strong>público</strong> também&#8230; Tua, leitor, também. Tua que não vai no show daquele artista menor que adora. Tua que não liga para tua rádio pedindo a música. Que só usa camiseta de banda gringa. Tua que acha que tudo que é feito no Brasil é um saco. Tua que não gosta de música em português. enfim, tua que teve o modo de pensar desviado apenas para uma padrão de sonho americano.</p>
<div id="attachment_705" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.faneinbox.com/wp-content/uploads/2010/04/publico3.jpg"><img class="size-medium wp-image-705" title="publico3" src="http://www.faneinbox.com/wp-content/uploads/2010/04/publico3-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Eu vós declaro, culpados&quot;</p></div>
<p>Não vamos esquecer a culpa dos músicos, que encaram o trabalho de ser músico de forma leviana, que acha que não precisa ser encarada com compromisso e com trabalho e que acha que o sucesso chegara por conta apenas da música.</p>
<p><strong>ERIC CLAPTON</strong> provou para nós que não é possível e que um nome pode influenciar tudo. Você sabia que Layla quase não foi descoberta pelo mundo? Sabe porque? Porque o já conhecido Eric Clapton formou um conjunto chamado <strong>Derek and the Dominos</strong> e não se citou como integrante, tudo porque ele queria que a música falasse mais alto que a fama dele, que ela falasse por si própria, mas aconteceu que ninguém ia aos shows e os poucos que foram só lá pelas tanta se tocaram &#8220;<em>PQP, é o Eric Clapton! TONY, liga para aquele cara da rádio e diz isso!</em>&#8220;. Não sei vocês, mas não consigo imaginar minha vida sem Layla e o solo de piano final.</p>
<p>Isso prova que a música não fala por si só, existe realmente um trabalho em torno dela e isso NÃO É RUIM, é extremamente necessário. Música É um produto, deve se encarar isso principalmente se quer ganhar dinheiro com ela. NÃO SEJA INGÊNUO. Se você não quer fazer isso, tenha dinheiro para pagar alguém para fazer isso, se não tem dinheiro e não quer trabalhar devo dizer para desistir de sonhar tão alto.</p>
<blockquote><p><em>O avanço tecnológico trouxe a comunicação livre na Internet, trouxe Orkut, Facebook, Twitter, Blog, Site, Spam, MSN, Myspace, Purevolume, Tramavirtual, PalcoMp3, Fotolog e uma pá de coisa que as bandas não tem saco pra atualizar. Trouxe também para a realidade o sonho de gravar em casa. É possível com um bom computador obter boa qualidade de gravação. E a livre concorrência derrubou o preço de uma guitarra fuleira para R$299,00.</em></p>
<p><em>Resumindo: ter uma banda ficou tão fácil quanto fazer um miojo.</em></p></blockquote>
<p>No mundo moderno quase tudo é mais simplificado, lógico que a música não escapou disso. A seguinte frase perturba &#8220;<em>Não tem saco para atualizar</em>&#8220;, isso é negação de trabalho e preguiça. Se não consegue atualizar tudo, diminua o número de locais que a sua banda se encontra e use o foco. Não adianta estar em todos os lugares ao mesmo tempo se em nenhum esta você de verdade.</p>
<blockquote><p><em>Ok, existem rádios onde o jabá não existe. E é a elas  que os músicos que querem alguma divulgação de forma limpa e honesta se apegam. Esses veículos merecem todo o nosso respeito, porém, infelizmente, são poucos</em>.</p></blockquote>
<p>No geral tudo rádio web que tem poucos ouvintes, logo pouco investimento e por isso são poucos os loucos que fazem algo no amor, vou dizer que esses loucos merecem muito respeito mesmo, porque se tem banda que não quer fazer coisa &#8220;<em>no amor</em>&#8221; porque eles fazem? Garanto que se eles cobrassem algo das bandas, mais como apoio esse &#8220;jabá&#8221; seria repudiado.</p>
<blockquote><p><em>A Internet é para todos, mas tem um alcance muito pequeno quando não se tem um exército de meninas entre 11 e 16 anos votando o dia inteiro.</em></p>
<p><em>A Internet é democrática, mas o download livre não paga as contas de artista nenhum.</em></p></blockquote>
<p>Realmente a internet não paga as contas de todo mundo, mas existe aqueles que sabem tirar proveito melhor dela do que outros. <em>Usar um exército de meninas entre 11 e 16 anos</em> é um método, mas não significa muita coisa se tua música foi abaixo do aceitável. Quando se abre uma empresa  &#8211; o que uma banda é (quando se tem vontade de ganhar dinheiro, repito) &#8211; deve ter dedicação, divulgação e trabalho, deve-se procurar um público alvo que se indentifique. Essas bandas que usam o público adolescente fizeram isso com maestria e a notoriedade veio ao nosso conhecimento por causa que a faixa etária jovem é a consumidora, portanto a juventude-adolecência é a que ta sempre em evidência.</p>
<p>Se teu público for mais velho, é necessário ir ate ele de outro modo, não apenas com a internet e  essa pesquisa é trabalho de alguém, não é? Quem é o mais interessado na banda além de o próprio fundador? Se é esperado ter alguém para fazer isso, é bom revisar teus conceitos de custos agora mesmo.</p>
<p>A internet ta ai, é fácil colocar coisa no ar, mas é necessário ter alguma coisa para por no ar. Criar conteúdo. Não adianta só a música, é necessario criar um laço quase afetivo com o ouvinte. Olha que estou partindo do ponto de vista que todo mundo pode achar tua música boa, o que não vai acontecer, porque gosto &#8211; já dizia o ditado &#8211; é igual a bunda e por isso que tem que se achar o público, se a pesquisa de público foi feita e tu não achou, refaça ou desista.</p>
<p>Pior coisa que tem no mundo é ficar reclamando sentado. Até eu posso fazer isso com o blog, por exemplo.</p>
<p><em>&#8220;Não teve atualização porque não tenho 500 visitantes diários&#8221;,</em> e a internet ao natural me responder silênciosamente, &#8220;<em>não teve 500 visitantes diários porque tu nem tentou manter isso atualizado.&#8221; <span style="font-style: normal;">É essa a mecânica do jogo, não adianta.</span><span style="font-style: normal;"> </span></em></p>
<p>A vida é difícil, dura e complicada. Não adanta reclamar, tem de trabalhar ou tocar por diversão, vou dizer que se tu não tem talento para tudo que foi apontado acima, toque por diversão&#8230; mas toque! Faça shows quase de graça, toque em todas as oportunidades que os parentes te derem&#8230; Toque! Nisso um dia pode acontecer de aparecer um público e esse público querer algo para escutar no carro e tu gravar algo de bobeira e tu ser o rock-star no bairro, que tal? Melhor que nada, né?</p>
<p>Pode também acontecer de tu ser descoberto e o mundo gostar de ti e tu ficar mega famoso. Ué já aconteceu, não é?</p>
<p>Pense como uma regra e não com uma excessão. O que destrói quase todas as bandas não é a falta de notoriedade do mercado fonográfico e sim o <strong>EGO</strong> e a falta de <strong>TRABALHO</strong>.</p>
<blockquote><p><em>Na Internet todos tem chancer iguais. Mas apenas de ir até a esquina.</em></p>
<p><em>Para ir adiante, ainda é necessário saber como a máquina funciona e colocar um “azeitezinho” nela.</em></p>
<p><strong><em>Sad But True.</em></strong></p>
<p><em>Seria melhor se estivéssemos falando apenas de carne-seca.</em></p></blockquote>
<p>Estamos em um prisão, de um certo ponto de vista sim. Mas ela sempre esteve ai, nem imagino como seria o mundo sem ela e acho que ela sempre existirá de um jeito ou de outro.</p>
<p>Acho que fui claro no meu ponto de vista.</p>
<p><strong>Me siga no twitter caso queira:</strong> <strong><a href="http://www.twitter.com/faneinbox">@faneinbox</a></strong></p>
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		<title>É Possivel aprender sobre música com Rock Band e Guitar Hero</title>
		<link>http://www.faneinbox.com/2009/08/e-possivel-aprender-sobre-musica-com-rock-band-e-guitar-hero/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 17:34:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fanny Webber</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bandas]]></category>
		<category><![CDATA[Musica]]></category>
		<category><![CDATA[Opiniões]]></category>

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Em um artigo para a revista época com o título de Como desaprender música com Rock Band e Guitar Hero, em uma coluna ironicamente denominada &#8220;Mente Aberta&#8220;, Luís Antônio Giron conta o causo de um menino que tenta impressionar sua filha de 17 anos mostrando as habilidade em Guitar Hero. Depois traça paralelos em que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p>Em <a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI89539-15230,00.html">um artigo para a revista época</a> com o título de <strong>Como desaprender música com Rock Band e Guitar Hero</strong>, em uma coluna ironicamente denominada &#8220;<em>Mente Aberta</em>&#8220;, <em>Luís Antônio Giron </em>conta o causo de um menino que tenta impressionar sua filha de 17 anos mostrando as habilidade em Guitar Hero. Depois traça paralelos em que o jogo faz de errado à música, artistas e aos jogadores. Desconsiderando as indignações de pai, alguns trechos eu destaco aqui no blog.</p>
<blockquote><p>Antigamente, quando a gente queria impressionar uma garota, tinha mais trabalho: era preciso tocar guitarra de fato, mostrar dotes na bateria ou então cantar Milton Nascimento ou Chico Buarque, acompanhando-se ao violão. Quando eu pretendia conquistar uma namoradinha, levava a menina para diante do piano e exibia meus dotes digitais tocando as Invenções a duas vozes de Bach, que não eram difíceis, mas causavam alguma impressão. Música requer esforço. Videogames em geral fornecem a ilusão de que é possível vencer uma batalha ou virar virtuose sem trabalho algum.</p></blockquote>
<p>Já esta claro como água o erro, mas vou comentar ainda assim. Comprar um vídeo-game com o ate de fazer música já é errado. O game é um entretenimento que, logicamente &#8220;<em>Fornecem a ilusão de que é possível vencer uma batalha ou virar virtuose</em>&#8220;, do mesmo modo que uma partida de futebol de botão fornece a ilusão de que os jogadores são reais e que se é possivel vencer a partida e tornar-se um craque/goleador.</p>
<p>Tenho quase certeza que Luís Giron não pensava nisso durante suas partidas de botão com o avô, caso tenha feito. Ou com qualquer outro jogo de tabuleiro &#8211; o que mais se aproxima das versões de games antes do pioneiro Atari.</p>
<p><a title="Guitar Hero!" href="http://www.flickr.com/photos/8159748@N04/3743072238/" target="_blank"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2532/3743072238_4ee56008f4_m.jpg" border="0" alt="Guitar Hero!" /></a><br />
<small><a title="Attribution-ShareAlike License" href="http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/" target="_blank"><img src="http://www.faneinbox.com/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" border="0" alt="Creative Commons License" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a title="caulfielddo" href="http://www.flickr.com/photos/8159748@N04/3743072238/" target="_blank">caulfielddo</a></small></p>
<p>Após Giron afirma experimentar a brincadeira e sentiu-se decepcionado :</p>
<blockquote><p>Abandonei o jogo decepcionado. Pensei: esses games vendem como música  o simulacro da música e reduzem a apreensão da mensagem musical mais direta e simples – como o rock – a lixo cultural. Que pena ver os jovens envolvidos numa atividade regressiva e idiotizante. A música volta à moda de novo, agora como brincadeira inconsequente.</p></blockquote>
<p>Novamente, parece atado a suas velhas culturas. &#8220;<em>Esses games vendem como música o simulacro da música</em>&#8220;, o que ele não entendeu é que não é só o game que vende música, a Tv vendeu música e ainda vende, o rádio vendeu música e ainda vende. Ele mesmo deve ter consumido muito dessas formas de vendas. O que faltou foi a sensibilidade de entender que além de vender música, vendem diversão. É um novo jeito de se vender na era da internet onde qualquer conteúdo pode ser adquirido e que o conhecimento é limitado apenas pela vontade do ser humano.</p>
<p>Além do mais, mostrou-se indignado com a presença do jogo <em>The Beatles: Rock Band</em> como se fosse uma heresia e não uma homenagem &#8211; e publicidade às novas gerações &#8211; ao quarteto inglês. O qual ele chama de <em>Fab Four</em>, sinal de que foi e é fã de Beatles. Ainda cita Giles Martin como responsável por tal ato. O que de fato é, mas não considero errado.</p>
<blockquote><p>É triste assistir a Giles Martin ­ – filho do grande maestro e produtor George Martin, o popular Quinto Beatle – envolvido com o desenvolvimento de um provável engodo auditivo como esse. Logo a turma da Apple Records, que se recusou a entrar no comércio de música digital com medo da pirataria. Logicamente está de olho nos lucros do game. É a herança querendo se expandir. Mas será essa a herança que nos interessa? Não seria mais interessante os meninos ouvirem e aprenderem a tocar diretamente dos discos, ou então pegando cifras para violão e guitarra, que facilitam o caminho, mas não o vulgarizam como <em>Rock Band</em>?</p></blockquote>
<p>Duas coisas: Uma, a Apple Recods pelo visto, posso estar errado, não é nenhuma entidade ou empresa praticamente da filantropia, não podemos culpa-la apesar do legado deixado por John Lennon. Outra, será que todos os fãs de música &#8211; especialmente do rock &#8211; é obrigado a ter interesse em executa-la? <em>Luís</em>, até os grandes artistas precisam de ouvintes&#8230;</p>
<p>Em um trecho anterior é citado também:</p>
<blockquote><p>Isso permitiria ao jogador passar várias fases e, assim, de alguma forma se transformar em um beatle, tomando contato direto com as gravações originais. É a conquista do paraíso por meio da interatividade do videogame. <strong>É claro que a gente se finge de ingênuo e acredita.</strong> Mas vamos e venhamos que esse método pueril não impressiona ninguém.</p></blockquote>
<p>Sim, nós fingimos sermos ingênuos e acreditamos no que nós é mostrado pela tela. Alguns de nós registramos esses momentos, dividimos com amigos &#8211; do mesmo modo que o garoto dividiu com a sua filha, mas sabemos dos limites disso. Digo por mim, no meu currículo não tem a lista de jogos no qual me dei bem. Acredito que esse seja o limite entre o acreditar e o ser.</p>
<p><a title="Feedin' those fat pigeons" href="http://www.flickr.com/photos/13026630@N00/2202896362/" target="_blank"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2188/2202896362_e89f823ca4_m.jpg" border="0" alt="Feedin' those fat pigeons" /></a><br />
<small><a title="Attribution License" href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/" target="_blank"><img src="http://www.faneinbox.com/wp-content/plugins/photo-dropper/images/cc.png" border="0" alt="Creative Commons License" width="16" height="16" align="absmiddle" /></a> <a href="http://www.photodropper.com/photos/" target="_blank">photo</a> credit: <a title="After Yesterday" href="http://www.flickr.com/photos/13026630@N00/2202896362/" target="_blank">After Yesterday</a></small></p>
<blockquote><p>Os games musicais desencaminham a juventude. Tiram dos meninos o último dos prazeres espontâneos: o de ouvir música, o de tentar tocar um instrumento, de se envolver inteiramente na arte – e isso dá trabalho, é preciso saber mais do que cinco notas para tocar uma escaleta que seja.</p></blockquote>
<p>Pelo contrário, muitos desses meninos de agora começam nesse jogo e &#8220;desencaminham&#8221; a querer tocar guitarra, baixo, bateria&#8230; Ter o pensamento assim é o mesmo de não considerar literatura infantil útil para iniciação de um pequeno leitor. O primeiro contato divertido desperta o interesse da criança, jovem e adolecente. Entregar o pesado volume d&#8217;A Divina Comédia logo de cara é espantar o interesse. O mesmo acontece com a música e instrumento musical, primeiro é preciso deixar se divertir com a música, dançar, curtir&#8230; jogar.</p>
<p>Para finalizar aqui:</p>
<blockquote><p>E <a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI89514-15257,00-JOGADORES+DE+VIDEOGAME+TEM+ANOS+E+SAO+OBESOS.html">eles podem deixar o jogador obeso</a>, um vegetal inchado que acredita que está solando à guitarra. Até a air guitar é melhor.</p></blockquote>
<p>Ver TV demais, comer demais, não praticar exercícios&#8230; tudo isso e muio mais também pode tornar alguém obeso. Algumas vezes &#8220;um vegetal inchado que acredita que esta solando à guitarra&#8221; , outras um que acredita estar trabalhando, vendo futebol, almoçando, que deixa de dar a caminhada&#8230;</p>
<p>Portanto, finalizo a minha opinião com o comentário oficial que deixei na página do artigo no site da revista Época.</p>
<blockquote>
<div><a title="Nome do Internauta" href="mailto:faneinbox@gmail.com">Douglas &#8220;Fanny&#8221; Webber</a> |      	        			<span>RS / Porto Alegre</span> |             	    			<span>25/08/2009 10:20</span></div>
<p><strong>Diversão em níveis diferentes.</strong><br />
<span>Não acredito que possas comparar as duas coisas. Me admira que escreva na sessão denominada &#8220;Mente Aberta&#8221; da Época, pois seu comentário foi tipicamente retrogrado. Aos 17 anos, adolescentes já têem um nível de compreensão do mundo para distinguir a prática de um jogo à prática musical. Sim, é um &#8220;simulacro&#8221; feito para divertir, formando OUVINTES de rock, não &#8220;músicos&#8221; como deixa claro que todos os admiradores do rock devem ser. É, sim, um novo jeito de ouvir a música. É, sim, um novo jeito de apresentar o passado as novas gerações. Deverias ficar feliz por ter o passado revisitado e não soterrado pelas músicas atuais. Além do mais, repito, é um modo de diversão com música, nada mais que isso. Obrigado. </span></p></blockquote>
<p>Não tenho a intensão de agredir Luís Antônio Giron por ter a sua opinião, utilizei deste espaço apenas para dar a minha visão e assim poder mostrar um outro lado para os leitores e até mesmo ao Giron.</p>
<div class="zemanta-pixie" style="margin-top: 10px; height: 15px;"><span class="zem-script more-related pretty-attribution"><script src="http://static.zemanta.com/readside/loader.js" type="text/javascript"></script></span></div>
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		<title>Os Milagrosos Festivais de Bandas (not)</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 05:43:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fanny Webber</dc:creator>
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Todo mundo deveria nascer com um dispositivo de desconfiança, é incrivel a quantidade de gente que tenta tirar proveito das mais diversas sistuações. Não é por falta de aviso que caimos nessas, aquele tapa na bunda ao nascer é muito mais do que para o recém-nascido chorar e sim para ele saber que a vida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
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<p>Todo mundo deveria nascer com um dispositivo de desconfiança, é incrivel a quantidade de gente que tenta tirar proveito das mais diversas sistuações. Não é por falta de aviso que caimos nessas, aquele tapa na bunda ao nascer é muito mais do que para o recém-nascido chorar e sim para ele saber que a vida não é justa.</p>
<p>Em qualquer segmento temos os maus-elementos, no ramo músical eles gostam de se chamarem de &#8220;produtores&#8221;, mas na verdade usam da inocência e esperança de adolecentes para ganhar dinheiro. </p>
<p> </p>
<div id="attachment_623" class="wp-caption aligncenter" style="width: 307px"><img class="size-full wp-image-623 " title="Eles fazem vários estilos, mas no fundo só querem o dinheiro." src="http://www.faneinbox.com/wp-content/uploads/2009/05/rgb2.jpg" alt="Eles fazem vários estilos, mas no fundo só querem o dinheiro." width="297" height="397" /><p class="wp-caption-text">Eles fazem vários estilos, mas no fundo só querem o dinheiro.</p></div>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Eu mesmo já cai nessa, <strong>duas vezes.</strong></p>
<p>Minha primeira banda, <em>Manicômio 205</em>, foi uma das &#8220;vitimas&#8221; desses eventos. Eramos 4 caras de 14 à 17 anos, mal sabiamos tocar, portanto não conseguiamos tocar as bandas que mais curtiamos, como <strong>Led Zepellin</strong>, o jeito foi fazer nossas próprias músicas com o pouco de tecnica e muita criatividade, tudo no melhor estilo  &#8221;faça você mesmo&#8221;, o resultado foi um som simples de poucos acordes, com uma pitada de blues. Nossa primeira música era um pseudo-punk falando de mulher, chamada de &#8220;The Barbie Kill&#8221;, o interessante é que a letra era toda em português. Todas as outras músicas pareciam baladas-rápidas devido um periodo de influência de Beatles que eu tive. Além disso tocavamos também uma versão simples de &#8220;<em><a title="Youtube - Bad to the Bone" href="http://www.youtube.com/watch?v=_7VsoxT_FUY">Bad to the Bone</a></em>&#8221; e nossa arma-secreta &#8220;<em><a title="Youtube - Cachorro Louco" href="http://www.youtube.com/watch?v=59N97LCvpuE">Cachorro Louco</a></em>&#8221; da banda gaúcha , como nós, TNT.</p>
<p>Explico isso para vocês entenderem o contexto de como as bandas novas deixavam se enganar. No caso da minha ex-banda, seis meses de ensaios completos, muita vontade de mostrar o som em algo que eu chamei de &#8220;teste de palco&#8221; na época. Era um primeiro show, muitas outras bandas &#8211; ou microbandas &#8211; faziam shows em lugares especificos com mais um monte de outras, procurando por isso que fiquei sabendo de um cara que alugava os espaços  e fazia enormes festivais, para um insentivo extra: Premiação para a melhor banda. Transformando o que era para ser música em competição. Entre os prêmio que mais me lembro de ouvir falar, estavam: Gravação de música, camisetas personalizadas da banda, bateria e alguma outra coisa nesse sentido. </p>
<p>Como disse, o que era para ser um festival virava uma guerra sonora em alguma lugar não preparado para o tipo de evento. O minimo era 10 bandas na noite, shows curtos de menos de 30 minutos. 4 ou 5 músicas no máximo. Cada banda tinha um numero de ingressos para vender, algo como 20, nesse que participei era 20 à 10 reais cada um. Um dinherão para a época.</p>
<p>Eu não percebi, ate segundo festival desses que participei, que geralmente dá algum problema ao longo da noite. Aparelhagem de som, organização da ordem das bandas, não ter vendido todos os ingressos, são apenas os mais comuns do que ocorriam. Fora que com dez bandas tocando em uma noite, sempre tinha bandas tocando até as seis horas da manhã, para quase ninguém. A gota d&#8217;água para mim foi quando um organizador abandonou o festival durante a metade e deixou apenas o cara da mesa de som cuidando tudo, o festival tinha prêmiações e para mim ficou claro que eles ja tinham um ganhador. Depois disso que percebi que nunca tinha visto o julgamento das bandas e desisti de festivais de uma vez por todas. </p>
<p> </p>
<div id="attachment_625" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-625 " title="&quot;Muito obrigado a todos que vieram. Valeu mãe e pai!&quot;" src="http://www.faneinbox.com/wp-content/uploads/2009/05/show.jpg" alt="&quot;Muito obrigado a todos que vieram. Valeu mãe e pai!&quot;" width="480" height="360" /><p class="wp-caption-text">&quot;Muito obrigado a todos que vieram. Valeu mãe e pai!&quot;</p></div>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Ok, no meio dessa trambicagem teve uns festivais um pouco melhores, com a idéia de apenas mostrar o que poderia ser os novos talentos da cidade. Mas é apenas o típico lobo em pele de cordeiro, no final tinha que vender ingresso e isso poderia significar prejuízo para a banda. Outra coisa digna de amadorismo era a falta de passagem de som,  se eram muitas bandas, a passagem de som deveria ser obrigatoria e não o show terrivel.  </p>
<p>No fim das contas, qualquer festival que a banda tenha que vender ingressos e que a passagem de som seja ignorada é roubada. A verdade é que as bandas deveria cobrar caso o um nível de qualidade fosse atingido, mas isso não é para qualquer banda.</p>
<p>No começo é normal fazer uns shows de graça, ou por cerveja, como muitos dizem. Mas logo que a banda começa a crescer e a ter fãs, já deve pensar e planejar retorno e um investimento. Mas isso já é um assunto para outro post.</p>
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		<title>Psicodália 2009 &#8211; Só Alegria e Minhas Impressões.</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 17:40:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fanny Webber</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acampamento]]></category>
		<category><![CDATA[Bandas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival]]></category>
		<category><![CDATA[Psicodália]]></category>

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Carnaval de salvador? Bloco de carnaval na beira da praia? ziriguidum? Escolas de Samba na avenida?
Não obrigado, eu fui para o Psicodália, curtir um pouco de natureza, Rock 70&#8217;s e todo esse lance &#8220;paz &#38; amor&#8221;. Pode não ser um festival gigante, com muita divulgação etc, mas não é isso que o faz um bom [...]]]></description>
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<p>Carnaval de salvador? Bloco de carnaval na beira da praia? ziriguidum? Escolas de Samba na avenida?</p>
<p><strong>Não obrigado</strong>, eu fui para o <a href="http://www.psicodalia.mus.br/">Psicodália</a>, curtir um pouco de natureza, Rock 70&#8217;s e todo esse lance <em>&#8220;paz &amp; amor&#8221;</em>. Pode não ser um festival gigante, com muita divulgação etc, mas não é isso que o faz um bom de música ao ar livre e sim o conjunto de toda obra: bandas, povo bacana e educado, aquele contato extra com a natureza que dão o charme ao movimento psicodália e uma organização satisfatória.</p>
<p>Antes da partida precisava de um lanche fino, elegante e diagonal, fui ao <em>Speedy Lanches</em> comer o tão falado, por mim,  Xis-Lombo. O bacana do Speedy são os freqüentadores, ninguém te olha, ninguém quer saber de ti, tu mal tem um lugar para sentar e não tem as tão temidas crianças correndo que sempre param atrás do <a title="Piores Lugares Para Jantar: O Xis - Fim Da Várzea" href="http://www.ofimdavarzea.com/os-piores-lugares-para-jantar-o-xis/">Jay Noronha</a>. Ainda deu tempo para dez minutos de faceirice no <a href="http://fasedovazio.com/?p=103">Ceva&amp;Blogs 8</a>, que teve novos blogueiros, pena que eu não lembro qual era a visita internacional, mas mesmo assim eu não o vi, azar desses novos por não me conhecerem melhor e descobrirem o quão mala sou.</p>
<p>Depois de tanta faceirice prévia, já era hora de pegar a estrada e é isso que eu e meus queridos companheiros psicodálicos-progressivos fizemos, no total eramos quatro em um Fiat Uno 93, ultra lotado – só nossa “pequena” barraca ocupava quase todo porta-malas.</p>
<h4>On the Road</h4>
<p>Antes de sair comentei: “S<em>egundo o Google são 4h de viagem de Porto Alegre(Rio Grande do Sul até São Martinho(Santa Catarina)</em>”, mas eu já previa que iria ser uma viagem um pouco mais longa, planejei uma ida com cautela e uma margem de tempo para o caso de nós perdermos, ainda mais que era de noite e tinha a chuva para me forçar a andar devagar, a ultima coisa que eu queria era estragar o divertimento tão cedo. No rádio, para animar a viagem, o melhor do Progressivo, Jazz e Fusion para deixar o povo na pilha para os dias de acampamento e orgia-musical (ou não). Para quem não conhece a Free-Way (<em>BR-290</em>), se tem dois postos de pedágio e um dos meus divertimentos particulares é olhar no ticket qual o lindo nome da atendente, geralmente são nomes engraçados dos moradores da região de Gravataí, mas o azar nos brindou apenas com uma<strong> Rosilene</strong>, que nem é um nome tão diferente assim. Em torres, uma parada de mais de uma hora para visitar um amigo que também estava indo para Santa Catarina, só que para o litoral. Não cabe em palavras muito menos minha memória permite recordar de todas as folgações da viagem, foram muitas e de todo mundo, já que o que mais adoramos é cometer suicídios e matar outras pessoas de tanto rir</p>
<h4>QUERO SER BIXO DO MATO!</h4>
<p>Não sei se alguém conhece <a href="http://maps.google.com/maps?f=q&amp;source=s_q&amp;hl=pt-BR&amp;geocode=&amp;q=S%C3%A3o+Martinho+SC&amp;sll=-29.988526,-51.1309&amp;sspn=0.008568,0.013819&amp;ie=UTF8&amp;ll=-28.165092,-48.974991&amp;spn=0.069766,0.11055&amp;t=h&amp;z=13&amp;iwloc=addr">São Martinho</a>, mas pensem em um lugar longe e mais uns 20 minutos de estrada de chão – por causa do trânsito &#8211; sem sinal de celular, internet e sem relógio (desligamos os celular para ter bateria, logo sem relógio), pois era lá e por causa da distãncia da civilização porca, era muito bonito.</p>
<p>Ao todo eram três acampamentos para montar as barracas. <strong>Mutantes</strong>, o mais perto dos palcos e o com o pessoal mais animado. <strong>Secos e Molhados</strong>, o maior e mais afastado para quem gosta de tranqüilidade e por fim, <strong>Casa das Maquinas</strong>, para os músicos. Percebam pelos nomes o estilo do festival, totalmente psicodálico mesmo. Chegamos lá amanhecendo para facilitar a chegada ao local desconhecido, o que foi bem esperto de nossa parte, nossa viagem foi longa a beça por causa das paradas e de toda a cautela, mesmo já sem chuva a metade do caminho. Segurança nunca é demais, o Google disse 4h e meia, eu 5h. Nossa viagem foi de quase <strong>7h</strong>, contando com a parada de mais de uma hora em torres.<br />
Já no Psicodália, escolhemos por termos de localização o acampamento <em>Mutantes</em> para montar nossa <strong>barraca luxo-vintage</strong> com dois quarto, fabricada em plenos anos 70, simplesmente a maior barraca de todo psicodália e até agora ninguém mostrou uma maior e muito menos vi uma maior.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-601" title="Nossa pequena Barraca" src="http://www.faneinbox.com/wp-content/uploads/2009/03/aolonge.jpg" alt="Nossa pequena Barraca" width="480" height="360" /></p>
<p>Eu só vi mesmo uma noite de show, caguei para os gaúchos da <em>Pata de Elefante</em>, por exemplo, sei que são bons, mas eu já tinha visto o show, dediquei meu tempo na arte da <strong>trova</strong>, meu sucesso ou fracasso deixo para o imaginário popular.<br />
Durante a noite é que todo mundo se soltava realmente, excessos de todos os lados, cachaça de Minas, “<em>Cerveja</em>” Sol e Skol, Stainheger&#8230; bebida não falta nesse tipo de evento. O povo era muito tranqüilo, fácil de se fazer amizade. De golinho em golinho entre vários grupos fiquei bêbado e o que me sobra são flashes de uma primeira noite.<br />
Ao acordar era sempre assim, um calor infernal e quando estava bem acordado entendi o porque do sub-título de “<em>acampamento mais animado do psicodália</em>” para o Mutanes. Gritos e mais gritos de “<em>Bom Dia</em>” e “<em>Wagner</em>” dominavam de tempos em tempos. Quem dormia de fogo nem ouvia, eu como já nem queria mais dormir sai e gritei junto. Wagner é o nome mais chamado de qualquer acampamento, é um nome lendário de lá. Sempre que alguém grita algo vai ter outro gritando “<em>WAGNER!!!</em>” bem alto, tudo era “<em>Wagner</em>” lá, desde: “<em>Wagner, devolve minha lanterna!</em>” até “<em>Wagner tira a mão do meu ***</em>”, enfim tudo era culpa ou obra desse Wagner.<br />
Os preços eram bem em conta, mesmo o lugar sendo no fim do mundo era tudo relativamente barato e bom lá, tomar café da manhã e ficar olhando o movimento e ficar de conversa com algum povo aleatório era meu passatempo de toda a manhã ate a hora do almoço, já que nem tinha muito o que fazer, as oficinas que eu queria fazer não conseguia saber se já era hora ou não, então simplesmente desisti de tudo, preguiça <em>Wins</em>. No almoço, Xis, Prato Feito ou o restaurante, qualquer uma dessas opções eram boas. Para os preparados tinha a cozinha comunitária, que era um espaço para se fazer o fogo no chão e cozinhar seu rango. Usamos a cozinha uma vem para fazer o lendário carreteiro do He-Man (<em>sim, ele era um dos meu companheiros de viajem</em>), até então eu não sabia porque era lendário, mas entendi quando provei, não sei se era fome ou o fogo de chão, mas o carreteiro fica bem melhor no psicodália do que na cidade, sério mesmo.</p>
<p>Dos shows só vi os da ultima noite, <strong>Casa de Oraths</strong> e <strong>Som Nosso de Cada Dia</strong>. A primeira interessante com uma música muito boa mesmo, já a segunda completamente incrível, Som Nosso é uma lendária banda dos anos 70 brasileiro, talvez a primeira banda de rock progressivo aqui do brasil e eles realmente sabem o que fazem, incrível tamanha perfeição, o único aquém foi o tamanho do show, como disse o vocalista e baixista Pedro Baldanza, esse era apenas o terceiro show depois do retorno, os pedidos de mais um viraram reprises maiores dos Clássicos, como Bixo do Mato. Realmente matou a pau de tão bom e não deixaria passar a oportunidade de ver novamente.<br />
Tem um pessoal falando bem da<em> Bandinha Di Da Dó</em>, realmente o show deles contagia apesar do lado mais musical ser bem simples, desde a ultima vez que os vi – no <a href="http://www.faneinbox.com/2008/07/voces-querem-rock-gig-rock/">Gig Rock</a>, notei isso, agora ficou realmente claro e o povo que não conhecia se apaixonou quase instantâneamente.</p>
<h4>Um Pequeno  Susto</h4>
<p>Durante um dos dias, ouve um vento gigantesco, meus companheiros estavam todos na cachoeira e eu conhecendo novas pessoas e falando um fiado aqui e acolá, fui até a barraca segurar as coisas como os demais. Quase nem tive trabalho, nossa barraca estava firmemente pregada ao chão onde somente a frente caiu, fiquei por dentro segurando a barraca de pé, só para garantir, enquanto alguns gritavam “salve-se quem puder” baita exagero, não entendo porque a preguiça de “pregar” a barraca no chão na hora de montar, percebi que a maioria do povo de lá sequer tinha colocado um grampo no solo para segurar, muito menos as lonas, baita erro deles, perceberam somente quando era tarde. Eu, por outro lado, estava tão seguro da nossa vintage barraca que cheguei a dormir quando a chuva começou, matando de rir todos os que passavam e pensavam que o pior iria acontecer. Segurança é tudo, povo.</p>
<h4>Bye my Friend</h4>
<p>A saida é sempre o mais triste e chato quando se esta em um lugar tão legal como o Psicodália, tudo então fica pior com chuva. Eu prefiro montar 12 barracas a ter que desarmar uma, simplesmente não consigo entender como funciona para deixar tudo do mesmo tamanho que veio, para ter idéia, meu colchão inflável nem coube na caixa, sou uma negação para esse tipo de coisa.</p>
<p>Desmontar a barraca tivemos que fazer em três partes, por causa da chuva que dava pequenas tréguas. O que equivale mais ou menos o que oito barraquinhas iglu demoraram para ser desmanchadas. Desvantagens do conforto.<br />
No final tudo deu certo, apensar de ficar maior e mais desconfortável, o Fanemobile ficou muito mais apertados para os caroneiros e era barro para tudo que é lado, a vida natural prega suas peças.</p>
<p>Uma das reclamações do povo de lá é com os foliões, gente que não sabe da ideologia do festival e vai lá somente como uma “<em>extensão do carnaval</em>”, lixo foi deixado no meio dos acampamentos e não é essa a idéia que o festival quer, ouvi relatos dos anos anteriores que não foi dessa maneira. Como diria o grande Plá, músico de rua e icóne do festival: “<em>Galera o foco é ouuuutro!&#8221;</em></p>
<p><em>Para encerrar o Post um vídeo com algumas imagens do psicodália <img src='http://www.faneinbox.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </em></p>
<p><object width="445" height="364" data="http://www.youtube.com/v/ytlO87YgN1M&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ytlO87YgN1M&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
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		<title>Dica Músical: Weather Report</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2008 14:10:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fanny Webber</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bandas]]></category>
		<category><![CDATA[Musica]]></category>
		<category><![CDATA[Dica Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Jaco Pastorius]]></category>
		<category><![CDATA[Jazz]]></category>
		<category><![CDATA[Jazz Fusion]]></category>
		<category><![CDATA[Joe Zawinul]]></category>
		<category><![CDATA[Miles Davis]]></category>
		<category><![CDATA[Peter Erskine]]></category>
		<category><![CDATA[Wayne Shorter]]></category>
		<category><![CDATA[Weather Report]]></category>

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Não sou muito entendido em Jazz e Fusion. Mas sempre me surpreendo com a capacidade dos músicos desses estilo. Não conheço muitas coisas desse estilo, mas sempre recebo umas recomendações e acabo ouvindo para ver como é, Weather Report foi uma das recomendações que me agradaram de verdade, o álbum de 1982 é de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p><a href="http://www.faneinbox.com/wp-content/uploads/2008/10/weather82_hi.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-428" title="Weather Report 1982" src="http://www.faneinbox.com/wp-content/uploads/2008/10/weather82_hi-300x300.jpg" alt="" width="197" height="197" /></a>Não sou muito entendido em Jazz e Fusion. Mas sempre me surpreendo com a capacidade dos músicos desses estilo. Não conheço muitas coisas desse estilo, mas sempre recebo umas recomendações e acabo ouvindo para ver como é, <strong>Weather Report</strong> foi uma das recomendações que me agradaram de verdade, o álbum de 1982 é de um extremo bom gosto e qualquer entusiasta da música intrumental deveria ouvir.</p>
<p>O estilo é Jazz Fusion, então não espere aqueles jazz comuns de pub (que não deixam de ser ótimos), O Jazz Fusion tem mistura o swing do fusion com a depressão do Jazz. O que ao meu ver ficou ficou maravilhoso.</p>
<p>Também podera, fundada por músicos que tinham saido do grupo do trompetista Milles Davis &#8211; fenomenal e revolucionário jazzista &#8211; no final dos anos 60 e formada somente por músicos experiente e de qualidade indescutivel que liderada por Josef Zawinul (teclados, piano), sempre com Wayne Shorter (Saxofone Tenor e Soprano) tornou-se a banda mais duradoura do jazz-rock. Houve muitas trocas de formação, principalmente no baixo, bateria e percursão. No inicio o Weather Repot fazia som experimental dentro do Jazz, como uma extensão do que o lendário trompetista Milles Davis fazia.</p>
<p>Neste álbum de 1982, com formação diferente da inicial (mas ainda com Zawinul e Shorter), conta com nada menos que <em>Jaco Pastorius</em> no baixo e <em>Peter Erskine</em> na bateria. Essa é a fase mais popular do Weather Report e também a mais comercial, onde a presença do funk é alta, provavelmente sob a influência de Pastorius. Pastorius e Erskine sairam do grupo em 83 e o grupo definitivamente acabou em 85 com a saida de Shorter.</p>
<p>Neste álbum de 1982, a formação é a seguinte:</p>
<p><strong>Josef Zawinul</strong> &#8211; Electric keyboards, piano, clay drum, drum computer, percussion, voice, horn, woodwind, string and brass sounds<br />
<strong>Wayne Shorter</strong> &#8211; Tenor and soprano saxophones<br />
<strong>Jaco Pastorius</strong> &#8211; Bass guitar, percussion, voice<br />
<strong>Peter Erskine</strong> &#8211; Drums, drum computer, claves<br />
<strong>Robert Thomas Jr.</strong> &#8211; Percussion</p>
<p><a href="http://www.faneinbox.com/wp-content/uploads/2008/10/weather-report-78.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-429" title="Weather Report in action" src="http://www.faneinbox.com/wp-content/uploads/2008/10/weather-report-78-300x230.jpg" alt="" width="300" height="230" /></a><br />
<strong>Track Listing:</strong></p>
<p>1. Volcano For Hire<br />
2. Current Affairs<br />
3. N.Y.C. Part I &#8211; 41st Parallel<br />
4. N.Y.C. Part II &#8211; The Dance<br />
5. N.Y.C. Part III &#8211; Crazy About Jazz<br />
6. Dara Factor I<br />
7. When It Was Now<br />
8. Speechless<br />
9. Dara Factor II</p>
<p><strong>Vale muito a pena.</strong></p>
<h5>Fonte:<a title="eJazz" href="http://www.ejazz.com.br/detalhes-artistas.asp?cd=166" target="_blank">eJazz</a></h5>
<div class="zemanta-pixie" style="margin-top: 10px; height: 15px;"><a class="zemanta-pixie-a" title="Zemified by Zemanta" href="http://reblog.zemanta.com/zemified/8e69e4d8-2df0-4179-8e7f-e38a78ad85af/"><img class="zemanta-pixie-img" style="border: medium none; float: right;" src="http://img.zemanta.com/reblog_e.png?x-id=8e69e4d8-2df0-4179-8e7f-e38a78ad85af" alt="Reblog this post [with Zemanta]" /></a></div>
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		<title>Black Ice Vem com Tudo</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Oct 2008 23:52:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fanny Webber</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bandas]]></category>
		<category><![CDATA[Musica]]></category>
		<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[AC/DC]]></category>
		<category><![CDATA[Músicas]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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Quando o assunto é Ac\Dc, qualquer noticia tende a gerar badalação, que na maioria das vezes é positiva. Por isso, não é novidade que o novo álbum &#8220;Black ice&#8221; iria fazer barulho na mídia. O buzz que esta sendo criando com o já lançado álbum tem como motivo os oito anos de espera por material [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">Quando o assunto é <a href="http://www.acdc.com" target="_blank"><strong>Ac\Dc</strong></a>, qualquer noticia tende a gerar badalação, que na maioria das vezes é positiva. Por isso, não é novidade que o novo álbum &#8220;<strong>Black ice</strong>&#8221; iria fazer barulho na mídia. O buzz que esta sendo criando com o já lançado álbum tem como motivo os oito anos de espera por material inédito, desde o último trabalho da banda australiana: <strong>Stiff Upper Lip</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.faneinbox.com/wp-content/uploads/2008/10/acdc.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-404" title="Black Ice - AC\DC" src="http://www.faneinbox.com/wp-content/uploads/2008/10/acdc-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Algumas rádios brasileiras já estão rodando o single <strong>Rock n&#8217; Roll Train</strong>, que pelo jeito esta sendo muito bem recebido pela critica e pelos fãs (e por mim também). <em>David Higgins</em>, do site australiano <em><a href="http://news.com.au" target="_blank">New.com.au</a> </em>disse que o <a href="http://www.news.com.au/entertainment/story/0,26278,24261415-7624,00.html" target="_blank">álbum é o melhor desde Back in Black</a>, ele esteve no estudio da banda em Sidney para ouvir algumas músicas do CD, isso antes do lançamento, claro.</p>
<p style="text-align: justify;">O álbum todo é bem caracteristico da banda, não tem como ouvir e não saber de quem é. Realmente achei <em>Rock n&#8217; Roll Train</em> a mais autêntica e com uma das melhores pegadas. Não é a toa que ela é o single da banda, tem um riff de guitarra marcante e o refrão em coro como nos outros sucessos da banda. Já <strong>Skies on Fire </strong>e<strong> Big Jack</strong> são como chumbo, é cru e arrastado, mas não cansa os ouvidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez não seja o novo Back in Black, mas é um trabalho que vale a pena ser conferido. Outra música marcante é <strong>War Machine</strong>, que tem muita vida, peso e uma maravilhoso solo de guitarra feito por Angus Young.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Whells</strong>, <strong>She Like Rock n&#8217; Roll</strong>, <strong>Money Made, </strong>são outras que tem qualidade e que no meu caso foram as que mais agradaram do álbum.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é nenhuma obra de arte, como disse (contrariando David <em>Higgins), </em>mas a qualidade é Ac\Dc, você conhece. Você confia.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.faneinbox.com/wp-content/uploads/2008/10/2618038gg.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-405" title="Black Ice capa do àlbum" src="http://www.faneinbox.com/wp-content/uploads/2008/10/2618038gg-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Rock N&#8217; Roll Train</li>
<li>Skies on Fire</li>
<li>Big Jack</li>
<li>Anything Goes</li>
<li>War Machine</li>
<li>Smash N&#8217; Grab</li>
<li>Spoilin&#8217; for a Fight</li>
<li>Wheels</li>
<li>Decibel</li>
<li>Storm May Day</li>
<li>She Like Rock n&#8217; Roll</li>
<li>Money Made</li>
<li>Rock n&#8217; Roll Dream</li>
<li>Rocking all the Way</li>
<li>Black Ice</li>
</ol>
<h4 style="text-align: justify;">Já que o assunto é AC\DC&#8230;</h4>
<p style="text-align: justify;">Você conhece a primeira banda tributo composta só por mulheres de AC\DC? Pois é, <a title="AC\DShe" href="http://www.acdshe.com/" target="_blank">AC\DShe</a> é a Primeira (se não única) banda composta só de mulheres que somente fazem tributo ao AC\DC. O som é somente da era do Bon Scott, primeiro e falecido vocalista do AC\DC. Tem um <a href="http://www.youtube.com/watch?v=YJczBZgwZCA" target="_blank">vídeo bacana delas em um show</a>, com vários trechos das músicas. Nesse mesmo vídeo da para ver a quantidade de homens no local, tudo olhando para as versões femininas de uma das bandas mais machistas do rock.</p>
<h5 style="text-align: justify;"><em>O formato do trecho final é uma homenagem à Cler e ao <a title="Hit na Rede" href="http://hitnarede.com" target="_blank">Hit Na Rede</a>, exelente Blog sobre música que sempre acresenta mais informações com o &#8220;Falando nisso&#8230;&#8221; no final de cada postagem. </em></h5>
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		<title>A Hora de Compor</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 02:47:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fanny Webber</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bandas]]></category>
		<category><![CDATA[Musica]]></category>
		<category><![CDATA[Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[composição]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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Já dizia o ditado popular: Depois da tempestade vem a bonanza.
O pessoal dos bares mudaram para: Depois da bebedeira vem a ressaca. Pois é de ressaca é que eu recebo uma ligação do baterista da minha banda, &#8220;fiz uma letra, o ritmo é assim: chubachubachuba, saca? faz algo no violão ai&#8220;. Parece estranho, mas é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">Já dizia o ditado popular: Depois da tempestade vem a bonanza.</p>
<p style="text-align: justify;">O pessoal dos bares mudaram para: Depois da bebedeira vem a ressaca. Pois é de ressaca é que eu recebo uma ligação do baterista da <a title="Blog da Bourée" href="http://www.blogdabouree.blogspot.com" target="_blank">minha banda</a>, &#8220;<em>fiz uma letra, o ritmo é assim: chubachubachuba, saca? faz algo no violão ai</em>&#8220;. Parece estranho, mas é assim que funciona as vezes, graças a ligação temos mais uma música para ensaiar.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro método de composição é eu bater na porta do <a title="Depósito de Idéias" href="http://www.depositodeideias.blogspot.com/" target="_blank">Eduardo</a> e dizer: <em>Fiz um treco no violão que ficou foda </em>(minha modéstia só não é maior que a minha habilidade com as seis cordas), f<em>az uma letra</em>. As vezes funciona, outras não.</p>
<p style="text-align: justify;">Processos de composições são tão pessoais que quando vejo um reporter perguntar para o músico &#8220;<em>Como tu compõe?</em>&#8221; acho meio bobo, mas sempre presto atenção nas respostas.</p>
<p style="text-align: justify;">O último álbum do Deep Purple, Rapture of the Deep, pelo que sei foi composto em uma Jam no Estúdio. Simplesmente adoraria conseguir fazer isso. Quem sabe um dia.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.faneinbox.com/wp-content/uploads/2008/09/redenca1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-363" title="redenca1" src="http://www.faneinbox.com/wp-content/uploads/2008/09/redenca1-225x300.jpg" alt="" width="190" height="254" /></a><a title="Violão Santa Fé Takamine, Bandeira Brasileira e Passagens" href="http://www.flickr.com/photos/15830714@N08/2420101964/" target="_blank"><br />
</a><small><a title="Rodrigo Sá" href="http://www.flickr.com/photos/15830714@N08/2420101964/" target="_blank"></a></small></p>
<p><small><a title="Rodrigo Sá" href="http://www.flickr.com/photos/15830714@N08/2420101964/" target="_blank"></a></small>Voltando, é obvio que não há regra.  Nem deve ter. Compor é um ato de extravagância do espirito, ou assim deveria ser.  Compor algo bom é um desafio, até porque o que é bom para um pode não é bom para os outros. Conheço gente que tem músicas boas na gaveta e não usa por não gostar delas, saber esperar também faz parte do processo.</p>
<p style="text-align: justify;">O importante é sempre ter algo na gaveta, seja bom ou só bacaninha. Quando trabalha-se em grupo, ou seja, uma banda, outro pode acrescentar detalhes e melhorar até chegar a um resultado satisfatório. Assim nasce as parcerias musicais, essas por suas vez tem diversos graus por tambem não ter regras.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das parcerias músicais mais famosas é a dupla Page e Plant, dois montros que atigiram o auge a bordo do Led Zeppelin.</p>
<p style="text-align: justify;">Independente do método usando pela banda, o que é importante é a insistência e auto-critica. O mesmo Eduardo sempre repete algo sobre compor sempre até tornar-se um hábito, faz sentido.</p>
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