Fanny in Box

Opiniões, música, filmes, livros e um pouco de mau-humor.

Como sobrevivi ao Motley Crue em Buenos Aires

Ou Guia de Indiada – Buenos Aires (pt.1)

Tem aqueles que não gostam, tem os que fazem a contra gosto e tem o povo que adora uma. Do que eu falo? Mas é claro que é da indiada!

Nesse final de semana deixei semi-anunciado aqui no blog que iria viajar para ver o show do Mötley Crüe em Buenos Aires.

Como toda boa indiada ela não foi quase nada programada, terça-feira decidi que eu realmente iria ver o show usando as economias, quarta-feira organizei os métodos de viagem (ônibus), calculei o tempo de pernanência lá e consegui comprar um ingresso (que se encontrava já em Buenos Aires). Quinta-Feira finalmente comprei o a passagem e na sexta parti em direção à outro país.

Buenos Aires, hablas portunhol?

Meu primeiro medo foi a lingua, durante a semana anterior em um desespero e prevendo problemas de comunicação tratei de tentar pensar em espanhol, resultado nada satisfatório com frases misturando três idiomas: Inglês, português e espanhol. Na viagem, filmes com legendas em castellaño, talvez tenham me feito entrar no clima da cidade. Mesmo sem a “preparação” acredito que teria me saido bem, a comunicação foi até fácil, os porteños foram muito educados comigo e prestativos. Só falar português não é nenhum problema.
Procure ao menos aprender as regras de cortesia, os argentinos não são tão informais quanto nós, inciar as conversas “Buenos dias“, “Buenas tardes” ou “Buenas noches” dão tom de respeito para você durente o resto da conversa, usar o “Hola” (oi, olá) e “Que tal?” (Como vai? Tudo Bem?) também é uma boa maneira de não parecer um brasileiro grosso. Para se despedir “Hasta luego” (até logo) e “Adios” (tchau). Por Favor é igual ao em português, se tu não usa por aqui, trate de usar por lá (e seria bom aprender a usar aqui também). Gracias e Muchas Gracias para agradecer, ao responder temos outra igual ao português De nada. Por último Permiso é o bom e velho “com licença”.

Sem educação, não só na argentina, mas em qualquer lugar fica mais dificil de conseguir o que se quer. Minha mãe me ensinou isso e ela nunca se engana.:cool:

Picturesque Sunday Afternoon
Creative Commons License photo credit: roopyfoo

Com um Mapa em uma mão

A cidade não foi um problema, caiu na minha mão dois guias da cidade: Guia do Turista Brasileiro – Buenos Aires por Lúcio Martins Rodrigues e Bebel Enge e o Guias Próxima Viagem – Buenos Aires da Editora Peixes (não informa autor único). Com esses livros em mãos me joguei em direção da cidade e realmente se eu tivesse muito mais que uma madrugada e a viajem para ler teria me saido bem melhor, mas me concetrei nos capitulos sobre segurança, costumes e cultura. Os guias combinados com o mapa da cidade foram quase perfeitos.

Buenos Aires - La Bocca - Tango Bus
Creative Commons License photo credit: féemaisquoi

Outa coisa que me ajudou bastante foi ida com dois amigos, como já diz o ditado: x+1 numero de cabeças pensam melhor que X cabeças. Mas isso não deve ser problema para os viajantes solitários já que a cidade é bem policiada, basta perguntar para um guarda.

Para os que estão na idéia de ir a cidade deixo o insentivo, a cidade é linda e rica de atrações.

(continua…)

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One Response to “Como sobrevivi ao Motley Crue em Buenos Aires”

  1. Mais sobre minha ida ao Motley Crue em Buenos Aires | Fanny in Box Says:

    [...] Leia a parte um da viagem [...]

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