Gig Rock 5: Segunda Noite

Posted by: Fanny Webber on Sunday, July 6th, 2008

No meu palpite pessoal achei que iria ser uma boa noite. Dois nomes me chamavam atenção: Frank Jorge e Locomotores. Ganhei bem mais que isso.

Além das bandas, tinha quase plena certeza de que o lugar iria encher de gente. Palpite totalmente certo.

Quem inalgura a noite é a banda Apanhador Só. Som bacana, percusões malucas e letras criativas. Por algumas vezes deu vontade de sair dançando como em um “arasta-pé“. E não foi só eu, teve gente que arriscou alguns poucos passinhos - limitados pelos pouco espaço. De uma noite cheia de destaques. O Apanhador foi, além de destaque, uma surpresa.

O Rock Pop do Tom Bloch encantou as moças, a Gisele me informou que gostava de Tom Bloch e quando ouvi entendi tudo: Som para mulher, no bom sentido. Melhor, som para conquistar mulher. Hora Dançante, hora melódico, com suas letras emocionais - mas não bregas, misturada a um instrumental bem trabalhado, Tom Bloch acerta em cheio o apelo feminino. Falando em mulheres, tinha para todos os gostos e dançavam no compasso que a música pedia.

Dificil foi se movimentar durante o show da Locomotores, era tanta gente que tive que assistir do mesanino. Que o show ia ser bom, não era nenhuma novidade. A banda já vinha com grande sucesso em shows, pela qualidade e tanto pela história individual dos músicos. Nessa Vida e Vermelha foram as músicas que mais mexeram com o grande público, nesse caso mexer é força de expressão, porque não tinha espaço para muita coisa além de erger os braços. O grande show, mas não to escrevendo nenhuma novidade.

Eu realmente não sei definir que tipo de som faz o Frank Jorge, que tal Rock Brega tipo Jovem Guarda? Não sei, mas que é bom, é. E nos shows não deixa por menos, consegue prender a atenção ate do mais desavisado do cidadão. Além das músicas da sua carreira solo, teve a clássica “Amigo Punk” e o hino do Flávio Basso “Lugar do Caralho”. O show foi bem maior do que os outros, Frank usou e abusou do “essa é ultima música” e ninguém ousou contraria-lo.

Os shows da noite do segundo dia encerrou com a ireverente Supergatas, a banda funciona muito bem ao vivo. Fora o apelo visual das maquiagens e das performaces exentricas. Querem mesmo é chamar atenção, com um baterista trasnvestido de mulher, um vocalista com um raio purpura pintado na cara e os outros integrantes com lápis de olho, se não for chocar ao menos que divirta, e diverte. Ate porque, quem ainda fica chocado com homens maquiados depois dos anos 80? O humor é outro ponto que vale ser comentado, com o mote de: Cu que é bom, ninguém quer dar só quer comer. Supergatas faz seu rock forte, que lembra muito o Hard Rock Americano, resultado: pessoal pulando o show inteiro, ate uma roda “punk” teve.

O Segundo dia do Gig Rock foi muito melhor que o primeiro. Além das bandas serem mais conhecidas, levando assim mais pessoas. Mas a moral mesmo é mostrar. De dois dias já conheci muitos sons, que para mim são novos, de alta qualidade. Que venham os outros dias.

Já sabe o que teve nos outros dias?

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Topics: Musica, Shows

2 Responses to “Gig Rock 5: Segunda Noite”

Gig Rock: Quinta Noite | Fanny in Box Says:
July 22nd, 2008 at 3:46

[...] Dia: 04/07 2° Dia: 05/07 3° Dia: 06/07 4° Dia: 07/07 5° Dia: 08/07 6° Dia: 09/07 e 7° Dia: 10/07 8° Dia: 11/07 e 9° [...]

Gig Rock 5: Primeiro dia | Fanny in Box Says:
July 22nd, 2008 at 3:58

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