Discoteca MTV - O Último Suspiro do Rock na Emissora

Posted by: Fanny Webber on Quarta-feira, Julho 23rd, 2008

Tirando a poeira dos meus feed leio um post no onthetvshow sobre uma tal de discoteca MTV. Basicamente é uma lista, dividida por décadas, do que a MTV julga ser melhor dentro álbuns gringo e nacionais.

Toda vez que escuto a palavra MTV assosio a povão pré-adolecente.

Uma emissora de tv que consegue ter na gade apenas dois programas que eu ature não me passa muita segurança.
Um desses programas é o TopTop, que por algum milagre dura aproximadamente 3 anos, não sei como não acabou ainda. Ultrapassou muito a vida util dos programas de lista, mas mesmo assim eu ainda assisto. Ponto pra MTV.
O outro é o Quinze Minutos. No qual é o programa de humor que me faz rir. Veja bem, de humor. O “programa” da Mari Moon me faz rir por ser tosco, mal apresentado e com as piores entrevistas que tenho lembrança ultimamente. Falando em entrevistas toscas também tem aquela coisa do Jupiter Maça com o Rogério Skylab, é tão ruim e drogado que só vi para poder falar mal.

Algumas pessoas não entendem, então vou escrever aqui: MTV não é uma emissora rock, não é! O nome é Music Television e não Rock Television, o que esta na grade é um reflexo da sociedade. Atualmente o Pop e Hip Hop americano domina pela demanda da programação por causa do IBOPE, não é óbvio?

De qualquer maneira, volta e meia a MTV tenta um novo flerte com o rock, mesmo o mais pop do rock: Familia Mtv, (o extinto) Banda Antes, Discoteca - Passando a história dos álbuns brasileiros clássicos.
Mas nem sempre acerta e acabam voltando ou adaptando sua programação.

Agora o site da MTV fez a discoteca e a lista é boa, mas sempre se pode dar uma melhorada.

Vou me deter aos anos 70, por ser o qual tenho mais afinidade.

Na categoria gringos temos: Black Sabbath – Black Sabbath (1970); T. Rex - Electric Warrior (1971); Led Zeppelin – Led Zeppelin IV (1971); David Bowie - Ziggy Stardust (1972); New York Dolls – New York Dolls (1973); Queen – A Night at the Opera (1975); Ramones – Ramones (1976); Sex Pistols - Never Mind the Bollocks Here’s the Sex Pistols (1977); AC/DC – Highway to Hell (1979); The Clash – London Calling (1979).

Cade Dark Side of the Moon(1973) do Pink Floyd? Só esse álbum já ganha em importancia de uns 3 da lista da MTV. Que tal Machine Head(1975) do Deep Purple? Só nesse álbum tem-se “HighwayStar” e “Smoke on the Water” como principais. ten se também “Pictures of Home“, “Black Night” e “Space Trucking” como músicas tão boas quanto. Cade o Kiss? Qualquer álbum dessa décado pro Kiss é bom, mas o Alive I foi recorde de vendas. Ok, Sex pistols fizeram sucesso, mas eu colocaria qualquer álbum progressivo no lugar. Na minha opinião a MTV é contra o Rock Progressivo. Led é tudo bom, mas meu gosto pessoal é pelo Led 3.

Nos Nacionais, temos: Erasmo Carlos – Carlos, Erasmo (1971); Novos Baianos – Acabou Chorare (1972); Raul Seixas - Krig-Ha, Bandolo! (1973); Secos & Molhados - Secos & Molhados (1973); Arnaldo Baptista – Lóki? (1974); O Terço – Criaturas da Noite (1975); Rita Lee & Tutti Frutti – Fruto Proibido (1975); Joelho de Porco - São Paulo 1554 – Hoje (1976); Made in Brazil – Jack, O Estripador (1976); Casa das Máquinas – Casa de Rock (1976).

Não conheço muitas composições nacionais, mas pude dar a falta do grupo A Bolha, sem dúvida. Outro grupo é o Bacamarte, que esteve nos grandes catálogos progressivos da Europa. Ok, Novos Baianos é otimo. Secos & Molhados também. Raul Seixas é idolo da MTV. Mas acreditem, deve ter coisa melhor que Erasmo Carlos para colocar numa lista desse tipo.

Promoção de Aniversário: Camiseta EZC!

Posted by: Fanny Webber on Terça-feira, Julho 22nd, 2008

O Gig Rock me rendeu muito mais que 10 dias de rock, ressacas e litros de cerveja. Também formei parcerias com músicos.

Muito mais que um “dá uma olhada no material da banda e tal”. Trabalhei fundo para trazer para meus leitores muito mais que informações e opiniões de bandas independentes de Porto Alegre.

Com esse pensamento na cabeça não fiquei nem vermelho de pedir um brinde bacana para o blog. Claro que eu tenho um motivo especial. Nessa terça-feira (22) o Fanny in Box completa seu primeiro ano de vida. Eu sei que seria bem mais bacana eu doar algo do blog para a galera em formato de promoção. Como ainda não consegui produzir camisetas bacanas, vou ficar devendo.

Mesmo sem ter camisetas Fanny in Box, nosso brinde não deixa de ser bom, talvez melhor. Apostei com o Marcel da Eu, o Zé e os Cara um melhor de três no emocionante jogo da velha e como prêmio da minha vitória ganhei uma camiseta preta da Eu, o Zé e os Cara que irei sortear aqui.

Mas como faço para participar da promoção, Fanny?

Simples. Escreve nos comentários uma história a partir de três parágrafos. Nelas tem que conter no mínimo duas dessas expressões: “Eu, o Zé e os Cara“, “Faca na Bota“, “Vários em Mim“, “Férias Permanentes“, “Eu sou Rock n’ Roll” e “Alguma Coisa no Sangue“.

Muito barbada, né? Dia 5 de Agosto vou anunciar o vencedor aqui no blog. Qualquer pessoa que more no Brasil pode participar, basta colocar no campo e-mail dos comentários um endereço válido para que eu possa entrar em contato.

A Camiseta é preta do tamanho M. Dependendo de quantos participantes tiverem na promoção eu tentarei negociar mais camisetas.

Update!

Aos blogers que quiserem postar sua “historinha”, é permitido. Mas certifiquem-se de que apareceu o trackback nesse post.
Para usuários dos Blogspot da vida, comente aqui que fez um post, segue um exemplo para os que não entenderam:

“Olá tio Fanny, fiz um post para participar da magnifica promoção de um ano do sempre excelente Fanny in Box, o link é esse [aqui tu coloca o link]. Muito obrigado!

Boa Sorte ;D

Gig Rock - Ultima Noite e Saldo

Posted by: Fanny Webber on Quinta-feira, Julho 17th, 2008

Esse é o ultimo post da série Gig Rock, foram dez dias de puro rock e acabou tudo no sagrado dia do rock.

Antes de mais nada, quero agradecer a Luísa Amaral do FasedoVazio. Ela me suportou durante dez dias, me hospedando em seu apartamento. Fomos um time durante esses dez dias, obrigado.

Domingo foi um dia agitado, passei antes no festival do dia do rock, no gasometro. Muito mais para ver rever os amigos do que para ver os shows, até porque era o ultimo dia da Gig Rock.

Já no Gig Rock, a A Red So Deep foi a primeira banda. Gostei do som da banda, é forte e bom de se ouvir. Acho que a banda tem uma  possivel influência de The Cramberies. Só achei a banda meio parada no palco, na verdade, eram quase fixos. Com algum movimento de palco deixaria de ser uma apresentação e ai sim, seria um show.

Damn Laser Vampires é um Psycobilly sem baixo, estranhei isso um pouco. Depois achei algumas músicas semelhantes a Surfin’ Bird, do Ramones. Mas gostei do show e achei engraçada a caracterização. Rockabilly e seus derivados sempre me agradam.

Os argentinos da El Mato a Un Policia Motorizado, foi a ultima banda internacional que fez show nos dez dias do evento. Um indie rock melancólico, muito mais melancólico para mim por causa do idioma. Acho que o espanhol sabe ser triste, mais que o português. O show foi interresante e simples. El Mato tocou para quem quisesse ver e tinha gente querendo ver.

Encerrando os shows da noite a Superguidis. Depois de muito discurso como ultimo dia da Gig Rock e de se declararem fãs de El mato, a Superguidis começa o show. Rock cheio de energia, repito sempre isso quando os vejo tocar, porque é o que representa para mim. O show foi com muitas músicas do novo trabalho ”A Amarha Singonia do Superstar” e com algumas das melhores do trabalho antigo. Cheio de energia é que a Superguidis encerram os shows.

Saldão Gig Rock

Dez dias. 48 Bandas. Muita gente. Muita Cerveja. Esses são apenas alguns dados do Gig Rock. Tirei muito proveito desses dias.

No ultima noite, depois da ultima banda, eu bebi demais. Bebi tanto que resolvi ir embora à 1 da madruga e mal me lembro de sair do Porão do Beco, muito menos em caminhar até o KG, menos ainda de falar com a Luísa. Para a minha sorte, tenho amigos muito bons que chamo de família. Mesmo não tendo o mesmo sangue.

Já sabe o que teve nos outros dias?

1° Dia: 04/07
2° Dia: 05/07
3° Dia: 06/07
4° Dia: 07/07
5° Dia: 08/07
6° Dia: 09/07 e 7° Dia: 10/07
8° Dia: 11/07 e 9° Dia: 12/07
10° Dia: 13/07


Gig Rock: Oitava e Nona Noites

Posted by: Fanny Webber on Segunda-feira, Julho 14th, 2008

Pois é pessoal, a Gig já acabou. Ontem foi o último dia, justamente no dia mundial do rock. Obviamente isso não foi mera coincidência. Mas vamos falar do que passou na sexta e no sabado antes.

Na sexta…

Sexta-feira, pós ceva&Blogs 4. Fui direto para a GigRock.

Vou confessar, eu queria ter ficado mais no Ceva&Blogs, mas o dever me chama e eu sou curioso quanto a essas bandas novas e independentes.

Chego no porão e Yanto Laitano já está no palco. A princípio somente um homem tocando no piano música dos outros. Depois, suas composições, com baixo e bateria completando o time. Encontrei em suas composições e até um pouco na forma de conduzir o show baseada no tamém compositor e pianista Fito Paez. Comparação essa não pejorativa, nesse caso é um elogio. Entre suas músicas havia uma que já era de conhecimento geral: “Meu Amor”. Se alguém ali não conhecia esta música passou longo tempo longe do Rio Grande do Sul. O som é bom de se ouvir em casa, o show é parado demais.

Desde o ultimo show que eu vi da Andina, posso dizer que muito pouco mudou. O que mudou para mim é que o som não parece ser confuso, eu que descobri não gostar. Com presença de palco fraca e trocas de instrumentos que ao meu ver são desnecessárias - tipo: tecladista e baixista trocam trocam os papeis; isso aconteceu nos dois shows deles que vi e acredito que aconteça sempre.

Li no Multiverso Quântico, sobre as bandas usarem Ac/Dc para animar a galera. Amplio isso para Rolling Stones. A Identidade aprendeu essa lição. Claro, muito mais Stones do que Ac/Dc, mas jurei uma hora escutar a introdução de Jailbreak. Acho que pelas referências a banda se torna boa. Mas eu confesso, odeio fãzinho de bandas e isso eles tem “as pampas”. É bom de ver, bom de ouvir, mas eu tava com pouco dinheiro pra cerveja.

Encerrando mais uma noite, os Flutuantes. “Rockzão antigo com pegada”, é assim que defino os Flutuantes. Não foi o destaque da noite, mas fez bem o papel, mostrando o jeito old school de fazer rock.

… e no sábado

Para o sábado eu me preparei psicologicamente. Sábado é cheio de gente. Sempre.
Cheguei atrasado lá, para variar só um pouquinho. Mas foi bacana passar reto em uma fila gigante e não ter que esperar horas para entrar.

Perdi o show dos Ecos Falsos, banda de São Paulo. Então pula essa!

A Pública apresentou seu documentário do novo cd, em um telão. Músicas do primeiro álbum foram cantadas por vozes gritantes e desafinadas. Não é querer comparar a Pública com Beatles, mas lembrei muito do vídeo preto e branco de “I wanna hold your hand’”. Também foram apresentadas as novas músicas, que achei bem melhores. Como foi dito no documentário, a Pública está mais madura.

Walverdes não me fez nem cócegas. O som é bom, mas não me atingiu. Na verdade, gostei mais dos instrumentais que foram tocados durante a troca de corda da guitarra do vocalista. Sim, ele conseguiu arrebentar a quinta corda.

Depois de alguma demora, a banda goiana Moveis Coloniais de Acaju começa seu show. Foram superiores a tudo: aos problemas técnicos dos microfones, do pouco espaço e do pé quebrado. Pois é, o tecladista e gaitista estava com o pé quebrado. O show foi algo muito diferente do que eu estou acostumado. No palco parecia uma bagunça. Quem estava atrás ia para frente e vice-versa, sem parar. Lá pelas tantas os metais da banda dão uma folga no palco, aparecendo na sacada do mesanino, ainda tocando. É o tipo de show que eu digo, só vendo para saber.

De tudo que eu vi até hoje no GigRock, Império da Lã foi o mais estranho. Veja bem, vamos recapitular: vi um cara punhetiar a guitarra, uma banda imitando mal Sonic Youth. Também vi uma lenda do rock gaúcho, punks de qualidade e muito rock genuinamente brasileiro. No meio de tudo isso, vi o Império da Lã, banda feita só para os músicos tocarem covers e que é uma suruba de gente. Vi tantas pessoas passarem por aquele palco que só consigo saber de uma coisa: Carlinhos, vocalista da bidêounadê, tava muito mais do que bêbado e foi um show de entretenimento. Derrubando cerveja, errando letras e caindo… ah, como eu ri quando ele caiu e, na volta ao palco, ostentou suas calças rasgadas. Não recomendo a visão disso para ninguém. Enfim, foi o show mais comprido do evento. Um dos mais engraçados e descontraidos.

Já sabe o que teve nos outros dias?

1° Dia: 04/07
2° Dia: 05/07
3° Dia: 06/07
4° Dia: 07/07
5° Dia: 08/07
6° Dia: 09/07 e 7° Dia: 10/07
8° Dia: 11/07 e 9° Dia: 12/07
10° Dia: 13/07


Ceva & Blogs 4 é sucesso!

Posted by: Fanny Webber on Sábado, Julho 12th, 2008

Antes de começar a elogiar a Gisele pela organização do evento.

Antes de eu falar bem dos presentes e tal.

Antes mesmo de eu publicar aqui como cheguei no evento com 15 reais e porque sai com 25, sem usar o propagandas, matar ou roubar.

Quero dizer algo sobre alguns blogueiros que ficaram de “mimimi” (como diz a Cler) e não foram ao Ceva&Blogs. Bender e Noronha, nem vou linkar vocês como castigo de tamanha heresia - o que é pior que no follow. Bando de Bixa Velha. Mesmo com várias alternativas para ir e vir, nada. Me decepcionei.
Agora sim.

DOCASCALHO, ORRA!

Partimos do KG improvisado para os dez dias do Gig Rock, Luísa e eu. Memorizei o local, “mesa perto da escada no cavanhas de dois andares” foi meu mantra ate eu chegar. Eis que vejo o hora Gentil (ou Mr. Kind) com o até então desconhecido para mim, Jorge. Salvei a vida deles… Se não fosse eu, estariam ambos timidos sem integrar grupo nenhum - ou até a próxima garrafa para o Gentil.

Depois disso foi só correr pro abraço. Tomei um susto, muitas caras novas e tive que deixar minha timidez de lado e falar com todo mundo. Como único testemunha ocular de todos os 4 Ceva&Blogs + um MySpace Secret Shows (que reuniu blogueiros) e um aniversário do Noronha (Que reuniu além do Noronha, sua senhora, o Garoto-Abobora e Mulher-Abobora). Tomei uma iniciativa e pedi uma ceva.

Rapidamente foi aparecedo gente. E eu tive trabalho para falar com todo mundo, quando me dei conta a mesa “indiana” estava dividida em três sessões.

Enquanto Nathy, Daniela, Coisa, Luísa e eu trovavamos sobre muitas coisas - principalemente música, Gentil bebia e Jorge postava e twittava. Gentil logo encantou as moças com seus conhecimentos de literatura e eu fui falar com o pessoal da ponta.

Cler falava emocionada sobre adsense, é sempre ela - do grupo dos normais - que começa a falar de assuntos nerds. Acho que nessa hora o amigo simpático da Gisele, Cavalca já tava dando as caras. Também acho que o Marcus já tinha folgado na velha-louca ,que era sua ex-namoradinha virtual e morreu - não por causa do relacionamento, acho. Mas isso antes dele ser namorado da Mari e digievoluir para noivo.

O Hamilton é irmão do Abobora e eu só me liguei disso agora. Olha que ate de camiseta laranja ele estava. (hãn? hãn?… Laranja…Abobora… sacou?). Mas enfim, ninguém escolhe os parentes, muito menos irmão.

O Hamilton é um cara sarcástico, lembrou e cantou o trecho clássicos do hit disco de ouro “Gluglu pra mim, gluglu pra tu” (Te liga Cler, dica de postagem pro Hit Na Rede.).

Lá pelas tantas migrei para o lado que não bebia cerveja, arrrg…. heresia! Só não assassinei ninguém porque era tudo boa gente.

O Piero e o Douglas (e esposa), estavam a base de refrigerante, mas isso não impedia em nada de as conversas viajarem a nivel insano. Não me lembro como falamos de cometas, daí teoria da relatividade e velocidade da luz. Viu no que dá não beber?

O Coisa é uma figura e fez muitas piadas com o próprio apelido. Mas o que ele não sabe é que eu descobri seu verdadeiro nome. Começa com F, mas ninguém tá com curiosidade de saber qual é.

A Mariana eu falei pouco, desculpa. Mas era muita gente. Tchê!

A Gisele H. chegou exibindo seu novo cabelo, saiu do salão e foi lá bebericar uma ceva. Quando me dei conta estava um amigo dela, acho que é o Nando. Mas não to lembrado. De qualquer maneira ele ficou de deixar um relato sobre alguma coisa muito foda e engraçada - entrevista acho - que eu não lembro no blog da Gisele H. Não deixem a idéia morrer.
O Nando me lembrou: Entrevista com a Mãe Dinah. Por Favor, não deixem essa idéia morrer!

Então é isso, como homem não sabe organizar evento e relações públicas (Leia: organizar coquetel) é coisa de mulher, a Gisele H. ficou com o abacaxi na mão. Se alguém souber de um lugar bacana que dê para, tanto beber de pé quanto sentado, avise ela.

Ah, um sincero obrigado ao Jorge que me confiou o dinheiro das cervejas que ele bebeu. Guardei o dinheiro e paguei no cartão. Assim meu saldo ficou momentaneamente positivo.

Peguei descaradamente as fotos do Flickr do Coisa

Quem já falou do Ceva&Blogs 4:

Diva Diz

Piero

Trecos e Trapos

Baixei Aqui Oh!

Direito e Trabalho (fez postagens ao vivo).

LeitedeVaca.com

Gig Rock: Sexta e Sétima Noites

Posted by: Fanny Webber on Sexta-feira, Julho 11th, 2008

Pequenos problemas técnicos me impediram de postar ontem sobre esse o sexta noite do Gig Rock, que foi a segunda noite do Gig Porrada.

Como estou atrasado mesmo, vou fazer um apanhado do sexto e sétimo dias aqui, foram 10 bandas e só vou comentar “pra valer” das que me marcaram.

Quarta-Feira e muita gente no Porão do Beco, segunda noite do Gig Porrada e sexta do Gig Rock. A abertura dos shows foi feita pela Chaka.

Músicas Interminaveis Para Viajem, ou M.I.P.V, é um som instrumental muito bacana. Já tinha ouvido falar muito, mas não tinha idéia do que era. De porrada não tem muito, nem sei porque deste dia. Valeu a pena curti o que ouvi. Instrumental de guitarra e bateria, ambas bem trabalhadas. Recomendo, mais fácil entender ouvindo do que lendo o que eu  possa vir a escrever.

No Rest é forte. Melhor, é um Punk Pesado de qualidade inquestionavel. Eu sou aquele tipo de gente que não consegue escutar punk em casa, mas que pira em um show. No Rest sabe fazer o “vivente” pirar. Eu não consigo encontrar outro adjetivo além de forte, talvez sincero. É uma banda experiente, com turnês pela europa e américa do sul (óbviamente isso inclui Brasil), aplicam todo o conhecimento e experiencia no palco. Durante o show existiam dois tipo de pessoas: os que entravam na roda punk e os que não entravam…

Chicken’s Call era a banda internacional do Gig Rock, vindo da França estão em turnê pelo Brasil (fazendo shows com a No Rest, até onde sei). Tiveram a apresentação do Wander Wildner embromando um francês meio espanhol (?) . Além de fazerem shows a Chicken’s Call atuou como feirante. Vendendo livros e revistas alternativas de cunho politico. Mais uma banda Punk de qualidade.

A noite de quarta termina com Bandinha Di Da Dó, realmente a coisa mais diferente que vi até agora em todos os dias do Gig Rock. Se não em todo minha vida em máteria de apresentação. Eu que sempre achei que qualquer banda que aparecesse com cara pintada ou ia parecer o Kiss ou os Secos e Molhados. Me vi achando inovador o fato deles serem palhaços. O Som é empolgante e definido por eles como “Clow Music”, mistura vários elementos do rock com quase todos os ritmos imaginaveis, todos eles muito empolgantes. O show da Bandinha não pode ser diferente, empolgante. Pulei, dancei e viajei na onda deles. Performace de palco incrivel e até dedicaram músicas para as bandas que fizeram show no mesmo dia - Dedicaram um que era em francês para a Chicken’s Call, segundo a Luísa o refrão significava “Eu não sei falar francês“.

Já na quinta-feira o lugar estava bem cheio, Reverso Revolver abriu a noite e o som me pareceu meio igual a Strokes, e acreditem quando se vai quase uma semana inteira no Porão do Beco é possivel saber quem é parecido com strokes até pelo cheio tamanha as veses que se escuta no som mecânico. Mas o som não é ruim, só não me acresentou em nada.

Diferente do Fruet e os Cozinheiros. Um tipo de folk com samba que contagia, tanto pelas complexidade das composições quanto pelo desempenho em palco. Eu não sabia, mas nessas andanças pela intenet descobri que a música “Que se Faz” foi ate tema do Alemão na sétima edição do BBB. A banda já esteve até na gringolândia e tudo pode ser lido no blog deles. Recomendo.

É a segunda vez que tenho a impressão que a Lautmusik é uma otima banda e me decepciono com o som. Muito eco e delay, igual ao show deles no GritoRock. Mantenho minha opinião, Excêlente banda para se ouvir em casa, ir em shows é arriscado.

Space Rave foi uma cópia de Planondas, banda que tocou na sexta-feira. Porque digo isso? Porque tem dois integrantes iguais e se eu tive saco para eles na sexta, eu perdi. Não gosto de Sonic e não gostei de Space Rave, tenho dito.

Já os Subtropicais seguem uma linha parecida com dos Cozinheiros. Influência também talvez do baixista Brawl, que é o mesmo. Mas subtropicais é mais rock e mais percursão. Atingindo assim uma cariteristica propria que difere. Rock com ritmo brasileiros, é assim que defini. Boa qualidade e o show é bacana. Sobre presença de palco eu percebi que uns se mexem muito e outros pouco, mas não compromete tanto o resultado. Recomendo também.

Já sabe o que teve nos outros dias?

1° Dia: 04/07
2° Dia: 05/07
3° Dia: 06/07
4° Dia: 07/07
5° Dia: 08/07
6° Dia: 09/07 e 7° Dia: 10/07
8° Dia: 11/07 e 9° Dia: 12/07
10° Dia: 13/07


Gig Rock: Quinta Noite

Posted by: Fanny Webber on Quarta-feira, Julho 9th, 2008

Como aposta do Gig Rock, terça-feira foi o primeiro Gig Porrada, que consiste em dois dias dentro dos 10 do Gig Rock, terça e quarta. A moral é dar espaço para bandas pesadas que normalmente o gig rock não encaixa. Ontem foi a noite dos “Cores”. Hardcore, Deathcore…

A perfeita noite para tomar algumas cervejas e bater-cabeça, ainda mais com a Burning Brain. Com letras sobre guerra, brigas e luta (redundância? não!). Isso claro se você fizer questão de entender o que é grunido nas letras.

Depois Grosseria me fez pirar, fazia tempo que eu não pirava com um som porrada. A ultima vez foi com Tankard em Porto Alegre. Pirei afú, bati cabeça e quase fui para a roda que volta-e-meia se formava.

Disrupted inc. animou um povo também, mas nesse eu já estava meio cansado. Mas o povo fã desse estilo é quase incasanvel. Invejei-os profundamente.

6sicks6 era minha esperamça para bater-cabeça de novo. Mas era um som muito dark para eu sair pulando.

XamorX foi a mais engraçada, devo dizer. Vestidos de caipiras tocando músicas curtas de 2 minutos e pouco. Todas velozes e fortes. Ate pipoca distribuiram no Arraial deles no Gig Rock. Foi bacana ver a inreverencia dos caras que não se levam tanto a sério, mas que parecem curtir o que fazem.

Pelo que vi a aposta deu certo e o povo do “rock pauleira” é mais presente do que os outros. Espero que no segundo dia tenha tanta gente quanto, ou mais.

Já sabe o que teve nos outros dias?

1° Dia: 04/07
2° Dia: 05/07
3° Dia: 06/07
4° Dia: 07/07
5° Dia: 08/07
6° Dia: 09/07 e 7° Dia: 10/07
8° Dia: 11/07 e 9° Dia: 12/07
10° Dia: 13/07


Gig Rock: Quarta Noite

Posted by: Fanny Webber on Terça-feira, Julho 8th, 2008

Dessa vez eu não cheguei atrasado. Fui um dos primeiros a entrar, não queria correr o risco de perder a primeira banda e me adiantei.Noite de Segunda-Feira dos guerreiros.

Bacana é ver que mesmo as bandas que estão iniciando tem apoio de um público proprio, amigos que acabam acompanhando o nascimento e as composições de uma banda. A Fenx ainda é esse tipo de banda. Cinco meses e o primeiro show e os amigos lá dando apoio. Vou dizer que não é o tipo de som que escuto em casa. Mas a Fenx ate me arriscaria. O trabalho ta no começo, mas dá para se ver um horizonte. É um eletrorock bom e com algumas “sacadas” boas. No show faltou experiencia, mas nem dá para cobrar isso de uma banda em seu primeiro show. Só achei que a voz do vocalista masculino estranha (ou alta) em algumas vezes, destoando de sua parceira. Espero ver outro no futuro e ver a evolução da dupla.

Depois do eletrorock vem os Gulivers, um amigo passou por mim e disse: “Igual a Oásis, ein!“. rRealmente é parecido, no MySpace da banda diz Britrock 60’s e 90’s, e não é que meu amigo tem razão. O show foi bacana em um todo. Mas a ultima música tocada foi a melhor para mim, pelo que notei quase que eles não tocam. Se alguém que foi no show souber o nome da música, me avise no comentário.

Na noite teve até espaço para o rock n’ roll da Eu, o Zé e os Cara. Digo abertamente aqui, curto o som dos caras a algum tempo. Mas eu não sei porque eles insistem em queimar Faca na Bota logo de cara em quase todos os shows que é, na minha opinião, a melhor música deles. Em questão de público devo dizer que foi fraco, mas os fotógrafos fizeram a festa. Eu recomendo e sempre recomendarei, para quem curte Rock vale a pena da uma ouvida no trabalho deles.

A essa altura tinha ate celebridades no Gig Rock. Fredi Endres, guitarrista da Comunidade Nin-jitsu estava lá prestigiando o evento.

Rockfort mostrou seu Punk Rock. Deu para perceber influêcia de bandas punks brasileiras como Tequila Baby durante o show deste trio é jovem e cheio de energia, que é o minimo que se espera de uma banda de Punk Rock. Mas foi só isso, nada chegou a me marcar no som deles. Nem o cover de Doors me chamou a atenção, mas gostei de saber dessa influência, mesmo sendo indireta no som.

Para terminar a noite, Alcaphones. Que foi filmada por dois câmeras durante seu show. Não sei se acontece sempre, na verdade duvido, mas acredito ser uma espécia de gravação para algum clipe. Eu não sabia o que esperar daqueles caras, todos vestidos com termos da década de 40, mas cada um a seu modo. Me surpreendi com o rock de raiz e letras quase bregas da banda, que não sei como ficavam boas. Os membros individualmente dão um show a parte, desde o vocalista que percorreu ate o canto mais inesplorado do palco até o baterista que parecia um guarda-costas da quadrilha banda.

Essa noite foi melhor que a anterior. Tendo uma boa estréia que promete no futuro (Fenx), rock n’ roll de macho (Eu, o Zé e os Cara) e uma banda que pareci ter saida direto do livro do mestre Mário Puzzo (Alcaphones).

Já sabe o que teve nos outros dias?

1° Dia: 04/07
2° Dia: 05/07
3° Dia: 06/07
4° Dia: 07/07
5° Dia: 08/07
6° Dia: 09/07 e 7° Dia: 10/07
8° Dia: 11/07 e 9° Dia: 12/07
10° Dia: 13/07


Gig Rock: A Terceira Noite

Posted by: Fanny Webber on Segunda-feira, Julho 7th, 2008

A terceira noite do Gig Rock começou mais cedo, muito mais cedo, as 19h, com a primeira banda iniciando o show, provavelmente, pelas 20h. Digo provavelmente, porque o espertalhão que escreve quase esqueceu que domingo é o único dia que o Gig Rock começa mais cedo, perdi metade da primeira banda. Que foi a Morgan Le Femme.

Morgan Le Femme é uma banda composta por 4 gurias e tocam alguns rocks bacanas e suas próprias, realmente fui falho e só vi o final do show, terminando com o clássico dos Beatles, Helter Skelter, e no final uma solo da guitarrista. Que achei bem limitado, mas ao menos ela não fez feio. Ratiei feio dessa vez, fiquei sabendo que não era solo de guitarra e sim uma música da Pata de Elefante.

Como era de se esperar o Domingo foi fraco em público.

Todos que estavam lá sabiam o que queriam ver e conforme uma banda terminava um show a pista esvaziava um pouco.

O New Metal da Redoma foi o mais diferente em som visto ate aquela noite, um evento que ate então era dominado pelos derivados do Indie Rock e do Rock Gaúcho, essa é a diferença mais marcante desta edição para as outras, fora a quantidade de dias.

New Metal não é um som que eu esteja acostumado, mas quando um som é bom a diferença de estilo pode ser relevada. Foi assim com a Redoma. Boa voz, bom ritmo e peso fazem da banda bons representantes do estilo no estado.

Apesar do pouco de gente que tinha lá, brincar de fazer show - no mal sentido - é uma coisa que não se pode fazer. Foi isso que a Yesomar fez, brincou. Dê uma guitarra para um cara de aproximadamente 28 anos que pensa e age como um de 15 anos, resultado: Som no talo embolado, performaces bizarras e o relaxamento quanto a qualidade do show foi absurda. A Yesomar deixou claro que não se preocupa muito com o que o pessoal que assiste pensa. O que é um problema, quem é que faz um artista ou banda? Quem “compra” seu som e não dar respeito para isso é o mesmo que querer voltar para garagem e nunca mais sair de lá. Yesomar deu aula de como não fazer. Não agradeça o festival e nem a (sic)”as gostosas da primeira banda“, como me disse a Luísa: isso é muito feio e Jesus não gosta.

Agora, quando um som é ruim. Não importa estilo, tribo ou cara bonitinha. Ruim é ruim, aqui em Porto Alegre ou no Sergipe. Não importa. Alcalóides mostrou o quanto eu sei sobre isso. Mais um show de gritarias, só que desta vez com os rebolados da vocalista. Tem banda que pensa que é punk só por mandar se fuder. Ora, mandar se fuder eu mando e não viro punk por isso.

A noite foi salva de ter um final trágico com os Los Vatos. Punk de verdade. Simples de três e quatro acordes. Fogem do arquétipo do punk-caricatura. A Los Vatos não empolgou, quer dizer o pouco povo que assistia ate se empolgou, mas a vergonha impedia de ir a borda o fazer mais que mexer algumas cabeças e pés. Mas uma banda que me faz lembrar de uma adolescência, merece meu respeito.

Já sabe o que teve nos outros dias?

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QUER PAGAR 5 PILA NO GIG ROCK HOJE?

Posted by: Fanny Webber on Segunda-feira, Julho 7th, 2008

A EU, O ZÉ E OS CARAS se apresenta hoje no GIG ROCK 5, no Porão do Beco (independência, 936), com as bandas Fenx, Rockfort, Alcaphones e Gullivers.

Se quiser conferir o show e pagar apenas R$5,00 (CINCO PILA!), basta postar o nome no seguinte tópico, na comunidade da Eu, o Zé e os Cara, até as 18:25 :

Vai lá que ta de barbada

Abraço!!!!