Só a idéia de “It Might Get Loud” me fez pirar.
Agora que percebi que andei alienado demais. Algumas informações passam por mim e eu nem percebo, quando é algo muito surpreendente me resta ficar embasbacado. Felizmente antes tarde do que mais tarde ainda.
E me perguntei: Como é possivel que a produção de um documentário sobre música, o “It Might Get Loud” me passou despercebido? Ok, documentários não são meu forte, admito. E não, não irei terminar esse paragrafo com algum clichê sobre música do tipo: “Mesmo sabendo que a vida sem música é um erro“, são apenas frases boas que ficaram populares demais. DEMAIS.
O documentário aborda a guitarra, música e três gerações diferentes de roqueiros. Os roqueiros são nada menos que Jimmi Page, The Edge e Jack White. Todos representaram (e representam) o rock, a guitarra e toda música. O interessante é que cada um, mesmo sendo todos guitarristas, têem caracteristicas, estilo, técnica diferentes e todos surgiram em décadas diferentes.
Jimmy Page é considerados por muitos, digo maioria, digo praticamente ouvinte de rock, um dos deuses do rock. Mago das seis cordas da lendária banda inglêsa Led Zeppelin, foi do pesado ao limpor. Acústico ao Elétrico. Do blues ao rock pesado. Dono de uma invejavel coleção de riffs, licks, sucessos e fãs. Além é claro de ser Sir Jimmy Page.
The Edge, é o guitarrista de uma das maiores bandas reveladas nos anos 80, U2. No mundo da música é conhecido por oque consegue fazer com o equipamento que possui. Usa e abusa dos delays que é sua marca registrada e que foi influência para muitas bandas da década. Todo o preenchimento no u2 é com ele.
Por fim, Jack White que fez é da nova geração e fez o mundo sacudir com o riff poderoso de Seven Nation Army na dupla/banda White Stripes e agora em paralelo gritou junto “Steady As She Goes”. Jack White é muito criativo tanto que além de ter duas bandas principais está para lancer ainda esse ano (2009) um álbum solo. Haja fólego.
O documentário dirigido por Davis Guggenheim e produzido por Thomas Tull, Lesley Chilcott e Peter Afterman estréiou no Festival de Cinema de Toronto, no Canadá, em setembro de 2008. Nos cinemas americano chega dia 14 de agosto. E aqui no Brasil passa no cinema? Caso dez pila que chega direto em DVD.
Educação é a Chave para Tudo
(Titulo alternativo: Conversas que Somos Obrigados a Fazer com quem presta serviços para nós).
(Título alternativo 2: Nossas mães estavam certas, ser educado é a chave).
Ser um pouco simpatico talvez seja meu dom, mas não é nada absurdo, não sou unânimidade por onde passo. A questão é que nessas conversas rápidas eu as vezes consigo destaque. Muito mais do que conseguiria em um papo longo.
A facilidade de conversar qualquer coisa aleatória com porteiros, chaveiros, cara da garagem etc, é para mim extremamente útil. Meu propósito era poder passar pelas portarias de forma mais fácil, não ter chaves clonadas, meu carro bem cuidado. Tudo para não ter que me preocupar por algum tempo.

Quem não gostaria desse porteiro?
Quando eu tive a primeira banda com a Luísa, freqüentemente eu ia ao seu apartamento. Antes de ir, ligava para saber se ela estava em casa, se tinha algum problema em aparecer etc. Ficava uma coisa repetitiva, ligava para ela, chegava no apê, porteiro interfonava para avisar o que ela já sabia. No final das contas acabei por conhecer os porteiros, sabia os horários de alguns, o que me deu liberdade para subir direto e não passar por uma entrevista na portaria. No prédio de outro amigo, sempre fui conversando com o porteiro que me acompanhava ate o elevador para abria a porta para mim.
São essas coisas pequenas que dizemos e que é como ter o respeito pela profissão que esta prestando serviços aos usuários e visitantes de um determinado local. É também ser inteligente e investir para caso um dia aconteça algo, poder pedir sem parecer apenas um dever da pessoa. Trabalhar motivado faz com que a qualidade do serviço suba, raciocínio extremamente simples.
Tinha um porteiro do apartamento da Luísa que chegou a me emprestar o jornal para eu ler. “Pode levar, quando eu for entregar os jornais internofo”. Esse mesmo porteiro, salvou a Luísa de um furto¹ um pouco além do prédio.
Agora pergunto, vale a pena tratar essas pessoas com nariz empinado?
¹ Furto: Diferente do furto, não implica grave ameaçã ou violência contra pessoa.
Imagem: http://www.flickr.com/photos/rockdoidocamisetas
Os Milagrosos Festivais de Bandas (not)
Todo mundo deveria nascer com um dispositivo de desconfiança, é incrivel a quantidade de gente que tenta tirar proveito das mais diversas sistuações. Não é por falta de aviso que caimos nessas, aquele tapa na bunda ao nascer é muito mais do que para o recém-nascido chorar e sim para ele saber que a vida não é justa.
Em qualquer segmento temos os maus-elementos, no ramo músical eles gostam de se chamarem de “produtores”, mas na verdade usam da inocência e esperança de adolecentes para ganhar dinheiro.

Eles fazem vários estilos, mas no fundo só querem o dinheiro.
Eu mesmo já cai nessa, duas vezes.
Minha primeira banda, Manicômio 205, foi uma das “vitimas” desses eventos. Eramos 4 caras de 14 à 17 anos, mal sabiamos tocar, portanto não conseguiamos tocar as bandas que mais curtiamos, como Led Zepellin, o jeito foi fazer nossas próprias músicas com o pouco de tecnica e muita criatividade, tudo no melhor estilo ”faça você mesmo”, o resultado foi um som simples de poucos acordes, com uma pitada de blues. Nossa primeira música era um pseudo-punk falando de mulher, chamada de “The Barbie Kill”, o interessante é que a letra era toda em português. Todas as outras músicas pareciam baladas-rápidas devido um periodo de influência de Beatles que eu tive. Além disso tocavamos também uma versão simples de “Bad to the Bone” e nossa arma-secreta “Cachorro Louco” da banda gaúcha , como nós, TNT.
Explico isso para vocês entenderem o contexto de como as bandas novas deixavam se enganar. No caso da minha ex-banda, seis meses de ensaios completos, muita vontade de mostrar o som em algo que eu chamei de “teste de palco” na época. Era um primeiro show, muitas outras bandas – ou microbandas – faziam shows em lugares especificos com mais um monte de outras, procurando por isso que fiquei sabendo de um cara que alugava os espaços e fazia enormes festivais, para um insentivo extra: Premiação para a melhor banda. Transformando o que era para ser música em competição. Entre os prêmio que mais me lembro de ouvir falar, estavam: Gravação de música, camisetas personalizadas da banda, bateria e alguma outra coisa nesse sentido.
Como disse, o que era para ser um festival virava uma guerra sonora em alguma lugar não preparado para o tipo de evento. O minimo era 10 bandas na noite, shows curtos de menos de 30 minutos. 4 ou 5 músicas no máximo. Cada banda tinha um numero de ingressos para vender, algo como 20, nesse que participei era 20 à 10 reais cada um. Um dinherão para a época.
Eu não percebi, ate segundo festival desses que participei, que geralmente dá algum problema ao longo da noite. Aparelhagem de som, organização da ordem das bandas, não ter vendido todos os ingressos, são apenas os mais comuns do que ocorriam. Fora que com dez bandas tocando em uma noite, sempre tinha bandas tocando até as seis horas da manhã, para quase ninguém. A gota d’água para mim foi quando um organizador abandonou o festival durante a metade e deixou apenas o cara da mesa de som cuidando tudo, o festival tinha prêmiações e para mim ficou claro que eles ja tinham um ganhador. Depois disso que percebi que nunca tinha visto o julgamento das bandas e desisti de festivais de uma vez por todas.

"Muito obrigado a todos que vieram. Valeu mãe e pai!"
Ok, no meio dessa trambicagem teve uns festivais um pouco melhores, com a idéia de apenas mostrar o que poderia ser os novos talentos da cidade. Mas é apenas o típico lobo em pele de cordeiro, no final tinha que vender ingresso e isso poderia significar prejuízo para a banda. Outra coisa digna de amadorismo era a falta de passagem de som, se eram muitas bandas, a passagem de som deveria ser obrigatoria e não o show terrivel.
No fim das contas, qualquer festival que a banda tenha que vender ingressos e que a passagem de som seja ignorada é roubada. A verdade é que as bandas deveria cobrar caso o um nível de qualidade fosse atingido, mas isso não é para qualquer banda.
No começo é normal fazer uns shows de graça, ou por cerveja, como muitos dizem. Mas logo que a banda começa a crescer e a ter fãs, já deve pensar e planejar retorno e um investimento. Mas isso já é um assunto para outro post.
Cevas & Blogs Dez é Recorde de Público
Já diria a sabedoria popular: “Quem foi, foi. Quem não foi, não foi.”
É bem bacana ver tanta gente reunida em carne e osso, esse edição contou com novas caras e como é bomver o povo entrando no “restaurante-família” e os garçons desesperados com a falta de lugar e tendo que usar da criatividade para arrnjar local para todos, – terminamos o evento com uma mesa em L.
Não tenho muito a dizer, fora que fiquei muito feliz que o povo compareceu e isso me deixou bem faceiro, já que era eu que estava organizando o evento.
A Dani postou a lista de chamada dos blogs presentes e eu vou copiar aqui. Motivo, preguiça.
Além dela e de seu blog Trecos & Trapos, tinhamos:
- Fanny Webber (eu, né!)
- Erika Oikawa
- Gilberto Consoni
- Alex Primo e esposa
- Karla Nazareth
- Juliano Cavalcante
- Piero Barcellos
- Luísa Amaral
- Gisele Ramos
- Eduardo Gonçalves
- Henrique Gonçalves (irmão off-line do Eduardo)
- Coisa
- @mooglez
- @ornitorrincco
- Thiago Ferronatto
- @xavier_picard
- deaballe
- @rafaelacosma
- Eduardo Leonardi
- Thiago H
Além disso, distribui nove CDs da Suco Eléctrico lá, não me lembro quem ganhou, me avisem nos comentários.
O Piero distruibuiu VOIDs e eu peguei a da Macumba, intitulada CHUTA… muito interessante.
Rapidinhas (ui):
- Eu gastei pouco até lá no Cirilo, ufa.
- Eu não peguei Café Free. =(
- Eu preferiria ter guardado mais um CD da Suco para mim.
Acabo por aqui meu relato.
Cevas & Blogs DEZ!

Quando eu vi a primeira cerveja do Cevas & Blogs inaugural, já não poderia imaginar quantas outras dessas eu veria naquela noite, muito menos quantas edições o evento iria ter. Acho ainda, que a primeira edição foi a mais nerd, sem duvidas. Somente uma mulher foi, a Carla Castilhos, e ficou só tempo suficiênte de eu e o Bender ver. Ela foi a primeira mulher do Ceva & Blogs.
Na segunda edição, a anfitriã foi essa tal primeira mulher e com ela trouxe outras. Gisele H., Gisele Ramos, Cler, Mari, Eliane (na época estágiária do Noronha). Apartir dai só foi, e por algum tempo pensei que iria virar de “clube do bolinha” para “clube da luluzinha” fácil, fácil.
Não foi o que aconteceu e nem guerra de sexo houve, ninguém precisa de rivalidades quando se teem cerveja para todos, não é mesmo?
Cerveja. Ah, cerveja. Definitivamente o maior socializante fermetado criado. Mesmo com a participação de alguns blogueiros que mantêm a opção por bebidas gáseficadas, sabemos que é a você que devemos muito.
É com tremendo orgulho chamo para mim a responsabilidade de ser o anfitrião do déscimo, primeira edição com dois dígitos. Que continua com o mesmo propósito de tirar todos os gordos, usuários de óculos fundo de garrafa, nerds ranhentos Blogueiros de casa e levar para conhecer outros blogueiros. Tudo uma desculpa para beber cerveja, conhecer pessoas novas e rever as antigas.
Twitteiros não são excluidos – e nunca foram – e pode aparecer do mesmo jeito.
o Serviço.
Quando? Sexta-Feira, 8 de maio de 2009.
Onde? No restaurante-bar Cerilo. Venâncio Aires, 1085, Santana.
Horário: Estarei lá a partir das 19h.
Precisa de convite? Não precisa de convite, é só chegarno Cerilo e procurar a mesa com mais pessoas barulhentas, se apresentar e começar a conversar. Simples assim.
Vou deixar aqui a lista dos que ja passaram por lá e que podem voltar a passar
- Carla Castilhos
- Daniel Bender
- Grande Abóbora
- Gentil Saraiva Junior
- Janio Sarmento
- Marcelo Trasel
- O Fim da Várzea
- Leite de Vaca.com
- Direito e Trabalho
- Trecos & Trapos
- Cavalca Blog
- Bit Pop
- Piero Blog
- Fase do Vazio
- Parcialidade Total
- Etecetera e Tal
- Fester Blog
- Nathy
Será que acabei esquecendo o link de alguém? Todo mundo lá.
Para mais informações me sigam no twitter.

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